Santa Cruz fecha contrato com a Reebok. Foto: Divulgação
O Santa Cruz acertou uma nova parceria para o fornecimento de material esportivo e assinou com a Reebok como sua próxima fornecedora. A informação foi revelada pela jornalista Camila Souza, do GE. O contrato terá validade de três anos e começará a valer oficialmente a partir de 2026.
A diretoria tricolor vinha negociando detalhes do acordo há pelo menos dois meses. Durante esse período, o clube analisou propostas e avaliou questões técnicas e logísticas antes de definir a nova parceira. A escolha pela Reebok se deu mesmo sem ser a oferta financeira mais alta entre as recebidas. A gestão entendeu que o peso internacional da marca, somado ao alcance comercial e à tradição no mercado esportivo, atendia ao que o clube buscava para o novo ciclo.
A expectativa da direção é estrear os novos uniformes já na abertura da temporada. A equipe entra em campo em 8 de janeiro de 2026, contra o Defensa y Justicia, da Argentina, pela Vitoria Cup, torneio amistoso internacional para o qual o Santa Cruz foi convidado. O jogo servirá como primeiro teste da equipe no ano e pode marcar a introdução do novo material, caso a produção siga o cronograma planejado.
Ainda assim, o clube prevê que as vendas ao público só ocorram posteriormente. O Tricolor avalia a possibilidade de lançar uma pré-venda limitada para a torcida, enquanto os uniformes seguem em produção em escala maior. A medida permitiria que os torcedores tivessem acesso antecipado ao novo enxoval, ao mesmo tempo em que garante ao clube dados preliminares sobre a demanda.
O início oficial da temporada tricolor, porém, acontecerá no Campeonato Pernambucano, em data ainda não confirmada. A competição segue como o primeiro desafio de caráter competitivo para o elenco, que contará com a nova identidade visual proporcionada pela parceria com a Reebok.
O acordo chega depois de uma relação desgastada entre o Santa Cruz e a Volt, antiga fornecedora de material esportivo. O contrato entre clube e empresa terminaria no fim de 2025, mas o distrato foi antecipado. Desde o início deste ano, a gestão do presidente Bruno Rodrigues já demonstrava insatisfação com a Volt. Entre os pontos mais citados estavam atrasos na entrega de materiais e problemas de qualidade em parte do enxoval.
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