Sistema imunológico, poluição, alimentação desequilibrada e estresse, fatores para doenças autoimunes. Imagem gerada por IA
Nos últimos anos, as doenças autoimunes têm apresentado um aumento significativo de casos em nível mundial, despertando preocupação entre profissionais da saúde. Essas condições ocorrem quando o sistema imunológico, que normalmente protege nosso organismo, passa a atacar equivocadamente células saudáveis do corpo.
Doenças autoimunes são um grupo heterogêneo de enfermidades nas quais o sistema imunológico perde a capacidade de distinguir entre agentes externos e os próprios tecidos do corpo. Exemplos comuns incluem artrite reumatoide, lúpus, esclerose múltipla e diabetes tipo 1.
Diversas hipóteses têm sido estudadas para explicar esse crescimento, que ainda não é completamente compreendido, mas conta com fatores interligados.
A herança genética exerce um papel importante, pois pessoas com histórico familiar de doenças autoimunes têm maior risco. Contudo, a genética sozinha não explica o aumento, indicando que fatores ambientais e comportamentais têm peso decisivo.
A exposição a poluentes, produtos químicos tóxicos e infecções virais ou bacterianas pode alterar a resposta imunológica, desencadeando reações autoimunes. Poluição do ar, contaminação da água e uso excessivo de antibióticos são exemplos comuns.
Mudanças no cotidiano impactam diretamente o sistema imunológico:
Esses elementos enfraquecem as defesas naturais do corpo e aumentam a inflamação sistêmica, favorecendo o surgimento dessas doenças.
O avanço das técnicas médicas e o aumento da conscientização possibilitam o diagnóstico mais precoce e preciso de doenças autoimunes. Portanto, parte do aumento observado pode refletir uma melhor identificação dos casos que antes passavam despercebidos ou eram classificados erroneamente.
O crescimento das doenças autoimunes representa um desafio para sistemas de saúde globais, exigindo maior investimento em pesquisa, tratamento e educação preventiva. Essas doenças afetam a qualidade de vida e podem causar incapacidades severas, aumentando a demanda por cuidados especializados.
Pesquisas recentes indicam que o equilíbrio da flora intestinal é fundamental para a regulação imunológica. Desequilíbrios na microbiota têm sido associados a doenças autoimunes, abrindo caminho para terapias inovadoras que visam restaurar essa relação.
Apesar de a predisposição genética não ser modificável, adotar um estilo de vida saudável pode diminuir o risco:
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