Além de se alimentar corretamente, não devemos esquecer de nos exercitar Criado por IA
Por décadas, dietas com restrições extremas dominaram o discurso sobre emagrecimento. Porém, a ciência moderna vem desmistificando esse paradigma. Um dos principais nomes nesse movimento é o doutor em ciência do esporte Ingo Froböse, da Universidade Alemã do Esporte em Colônia. Para ele, a solução para emagrecer com saúde está em comer — e não em passar fome.
Em entrevista ao portal LKZ, da Alemanha, Froböse afirma:
"Se você quer perder peso, você tem que comer."
Parece contraditório? A explicação está no funcionamento do seu metabolismo.
Dietas radicais podem até gerar perda de peso momentânea, mas à custa da massa muscular e da saúde metabólica. O corpo, ao perceber a escassez de calorias, ativa um modo de sobrevivência: reduz o gasto energético e armazena mais gordura.
Froböse chama esse processo de “autocanibalismo” metabólico — quando o organismo, sem energia suficiente, começa a consumir músculos como fonte de combustível. O resultado? Um metabolismo mais lento e propenso ao famoso efeito sanfona.
O especialista propõe um caminho oposto: comer bem para ativar a queima de gordura naturalmente. O segredo está na alimentação nutritiva e no estímulo constante ao tecido muscular.
O músculo é um verdadeiro motor metabólico. Mesmo em repouso, ele consome mais energia do que gordura. Ao preservar (ou aumentar) a massa magra, seu corpo queima mais calorias 24 horas por dia.
Não é preciso viver na academia. Atividades simples como 30 minutos de caminhada rápida por dia, treinos funcionais leves ou subir escadas já provocam efeitos positivos na taxa metabólica basal — ou seja, na quantidade de energia que você consome só para manter seu corpo vivo.
E mais: ao combinar exercícios aeróbicos com força (musculação ou treino com peso corporal), o corpo libera miocinas — substâncias anti-inflamatórias que melhoram a sensibilidade à insulina e aceleram a queima de gordura.
As chamadas “dietas milagrosas” tendem a provocar deficiências nutricionais, perda de eletrólitos, desequilíbrio hormonal e danos à tireoide, um dos órgãos mais importantes para o controle do peso.
Ao longo do tempo, isso prejudica o funcionamento das células e reprograma o corpo para consumir o mínimo possível de energia. Mesmo pequenas refeições passam a ser armazenadas como gordura. O emagrecimento torna-se cada vez mais difícil — e frustrante.
Além da alimentação correta e da atividade física, dormir bem e controlar o estresse são fatores indispensáveis. O sono ruim e o cortisol elevado (hormônio do estresse) contribuem diretamente para o acúmulo de gordura abdominal e para a resistência à insulina.
Froböse defende o que chama de “ecossistema do metabolismo”:
A nova ciência do emagrecimento é clara: não se trata de comer menos, e sim de comer melhor. Respeitar o corpo, alimentar-se com inteligência e mover-se todos os dias são atitudes que constroem um metabolismo forte e uma perda de peso real — e duradoura.
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