Foram quase onze meses de obras, onde o clube leonino realizou uma série de mudanças e reparos, sendo a troca do gramado a principal intervenção, com um custo de R$ 3 milhões.
Ilha do Retiro, estádio do Sport. Foto: Paulo Paiva/SCR
Depois de quase um ano fechada para reformas, a Ilha do Retiro finalmente foi entregue e está pronta para receber novamente a torcida rubro-negra. Inicialmente orçada em R$ 8 milhões, a obra acabou custando mais do que o esperado, fazendo com que o time leonino desembolsasse um adicional de R$ 2 milhões. Assim, para deixar o estádio "nos trinques", o Sport precisou investir, ao todo, R$ 10 milhões.
O planejamento inicial era reabrir a Ilha do Retiro em abril, mas as reformas terminaram meses depois do previsto, e o Sport só conseguiu as liberações necessárias no final de setembro.
Durante o período em que o estádio esteve fechado, o clube leonino realizou uma série de mudanças e reparos, sendo a troca do gramado a principal intervenção, com um custo de R$ 3 milhões. Agora, o estádio conta com a grama "bermuda celebration", do mesmo tipo utilizada em estádios como o Maracanã, Fonte Nova, Castelão e Mineirão.
Além do novo "tapete" da Ilha do Retiro, a reforma garantiu outras melhorias na estrutura do estádio, como a instalação de um novo sistema de drenagem para evitar os recorrentes episódios de alagamentos e a colocação de refletores de LED. Paralelamente ao trabalho de implantação do gramado, o clube também deu andamento à modernização dos vestiários do Sport e da equipe visitante.
Anteriormente, entre as temporadas de 2022 e 2023, o Sport desembolsou mais uma quantia milionária para reformar o estádio. Na ocasião, o clube investiu R$ 5 milhões na recuperação de todo o setor das cadeiras centrais, onde foram removidos 5.311 assentos, que já contavam com cerca de 40 anos de uso. Somando, o clube leonino destinou R$ 15 milhões dos seus cofres para as duas reformas.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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