Entre as possibilidades levantadas, está o retorno da camisa preta, que ganhou destaque durante a gestão de Ednaldo Rodrigues, como parte de uma campanha contra o racismo.
Seleção terá pela primeira vez camisa sem as cores da bandeira do Brasil, diz site Fotos: Joilson Marconne / CBF
Fim de uma era. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou o novo modelo do uniforme da Seleção Brasileira para a temporada de 2026.
Em parceria com a Nike, atual fornecedora de material esportivo da equipe, a entidade optou por uma mudança significativa que já está gerando grande repercussão entre torcedores: o segundo uniforme, tradicionalmente azul, não será mantido para a próxima edição da Copa do Mundo.
De acordo com informações divulgadas pelo site Footy Headlines, a icônica camisa amarelinha continuará sendo o uniforme principal da Seleção Brasileira, mantendo a tradição que remonta à década de 1950.
No entanto, o novo uniforme reserva uma novidade que surpreendeu muitos fãs: além de abandonar o tradicional azul, o segundo modelo também deixará de conter as cores da bandeira nacional, ou seja, verde, amarelo, azul e branco não estarão presentes de forma predominante na nova peça.
Com a mudança, surgem especulações sobre qual será o novo padrão adotado. Entre as possibilidades levantadas, está o retorno da camisa preta, que ganhou destaque durante a gestão de Ednaldo Rodrigues, como parte de uma campanha contra o racismo.
Apesar da forte repercussão na época, o modelo não chegou a ser lançado oficialmente. Outra aposta é a volta da camisa branca, utilizada pela equipe na conquista da Copa América de 2019.
Durante a Copa do Mundo de 1958, a seleção brasileira precisou modificar sua camisa para enfrentar a Suécia, que também joga com o uniforme amarelo. Dessa forma, foi criado o padrão azul, que apesar de ser um improviso, também carrega a homenagem a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, que tem sua imagem atrelada ao manto azulado.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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