Pepa, treinador do Sport. Fotos: Paulo Paiva/ SCR
Anunciado pelo Sport na tarde desta terça-feira, 3 de setembro, Pepa foi o escolhido para comandar a equipe leonina na segunda metade da Série B. O técnico português de 43 anos é o primeiro europeu a assumir o comando do clube rubro-negro e deve permanecer na capital pernambucana pelo menos até o final da temporada.
Pepa iniciou sua carreira no futebol na década de 1990 nas categorias de base do Benfica, ainda como jogador. Apesar do início promissor, não conseguiu se firmar em nenhuma equipe. Como atleta, defendeu também as camisas do Standard Liège, da Bélgica, e dos portugueses Paços de Ferreira, Varzim e Olhanense.
Após se aposentar na temporada 2006/2007, começou sua carreira como treinador. A primeira experiência foi nas categorias de base do Sacavenense, de Portugal. No futebol profissional, treinou Feirense, Moreirense, Paços de Ferreira, Tondela e Vitória de Guimarães, até comandar pela primeira vez uma equipe brasileira em 2023.
Ao desembarcar no Brasil, assumiu o comando do Cruzeiro, onde teve um início promissor com três vitórias nos quatro primeiros jogos, mas sua passagem pela Raposa durou apenas 25 partidas. Pepa deixou o Cabuloso com sete vitórias, oito empates e dez derrotas. Antes de fechar com o Sport, o treinador português passou pelo clube árabe Al Ahli, onde obteve uma campanha com nove vitórias, dois empates e oito derrotas.
Na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Sport voltou a vencer após três derrotas seguidas. Com o placar de 3 a 2 a equipe somou mais 3 pontos na tabela e voltou a se aproximar do G-4. Agora, o Leão anota 35 pontos, quatro a menos que o Vila Nova, primeiro clube na zona de acesso. No próximo sábado, 7 de setembro, a equipe pernambucana vai até o estádio da Ressacada, em Santa Catarina, para enfrentar o Avaí, pela 25° rodada da Segundona. A partida está programada para começar às 19h.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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