Em suas redes sociais, Chapecoense relembrou o acontecido e enalteceu os seus ídolos. Fotos: Divulgação / Chapecoense
A manhã de 29 de novembro de 2025 amanhece silenciosa para quem acompanha o futebol brasileiro. Há nove anos, o acidente aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense marcou para sempre o esporte e o país.
Em 2016, a equipe viajava para Medellín, onde disputaria a primeira final internacional de sua história, pela Copa Sul-Americana. O avião caiu a poucos quilômetros do destino, provocando uma das maiores tragédias da história do futebol mundial.
Com o passar dos anos, a data se transformou não apenas em um momento de luto, mas também de reflexão e de homenagem. A tragédia da Chapecoense permanece como um símbolo de união, solidariedade e resiliência. Valores que emergiram de maneira inesperada e poderosa logo após o desastre.
A Chapecoense vivia seu auge esportivo em 2016. A ascensão rápida, o futebol competitivo e a identidade comunitária do clube chamavam a atenção do país. A queda do avião interrompeu uma história que parecia pronta para alcançar um novo patamar. Razão pela qual o episódio mobilizou torcedores, jogadores, clubes e autoridades de todas as partes do planeta.
As homenagens que se seguiram foram espontâneas e emocionantes. O Atlético Nacional, rival na grande final, pediu oficialmente à Conmebol que o título fosse concedido à Chape — um gesto que ficou eternizado como um dos maiores atos de fair play do futebol moderno.
Em 2025, muitas famílias ainda lidam com as cicatrizes da perda, mas também celebram a memória dos que partiram. Ao mesmo tempo, o clube segue trabalhando para reconstruir sua identidade, oscilando entre temporadas difíceis e momentos de esperança. A força da comunidade de Chapecó permanece sendo a base para sustentar esse caminho.
ara além dos números e estatísticas, o episódio lembra que o futebol é feito de pessoas, profissionais, torcedores, famílias inteiras impactadas por uma paixão em comum. Os nove anos do acidente da Chapecoense reforçam a necessidade de preservar essa memória, honrar as vítimas e valorizar a solidariedade que uniu o mundo do esporte após a tragédia.
Hoje, a data retorna ao calendário com a mesma força de sempre: como um convite para recordar, homenagear e manter viva a história de uma equipe que conquistou algo muito maior que títulos. Conquistou corações.
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O único gol da semifinal foi marcado no segundo tempo pelo jogador Gustavo Maia.
As equipes se enfrentam nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, às 21h30, no Estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo Brasileirão.
As equipes se enfrentam nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, às 19h30, no Maracanã, pelo Brasileirão.
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