Rayssa Leal Foto: CBSk / Julio Detefon
Três das cinco skatistas brasileiras que entraram na pista de Colle Oppio, em Roma, nesta terça-feira avançaram às quartas de final do Campeonato Mundial de Skate Street. Pâmela Rosa, Maria Lúcia e Daniela Vitória se garantiram entre as 29 classificadas, enquanto Gabi Mazetto e Manuella Moretti foram eliminadas.
Rayssa Leal já tinha vaga garantida nas quartas por ter conquistado o bronze nos Jogos de Paris. Ela e as japonesas Coco Yoshizawa e Liz Akama, campeã e vice olímpica respectivamente, entram na pista somente na quinta-feira. Campeã mundial em 2022, Rayssa foi ao pódio nas quatro últimas edições da competição e conquistou a prata em 2023.
A primeira fase do Mundial de Roma teve a participação de 46 atletas. Cada skatista teve direito a duas voltas, e apenas a melhor nota foi considerada para a classificação.
Pâmela Rosa, campeã mundial de 2019, foi a brasileira com o melhor desempenho nesta terça na Itália. Após competir lesionada em Paris e ficar fora da final, com a 16ª posição, ela conseguiu a oitava melhor nota. Maria Lúcia, de 14 anos, ficou no 23º lugar, e Daniela Vitória, de 15 anos, foi a 25ª colocada. Gabi Mazetto, que esteve na Olimpíada, e Manuella Moretti, de 13 anos, ficaram abaixo da nota de corte.
Nesta quarta-feira, os homens disputam a primeira fase do Mundial. O Brasil será representado por quatro atletas. Kelvin Hoefler, de 30 anos, foi campeão mundial em 2015 e tenta sua quarta medalha na competição, já que foi vice-campeão em 2018 e terceiro colocado em 2017. Os outros brasileiros são Ismael Henrique (de 21 anos), Wallace Gabriel (22) e Matheus Mendes (15).
As quartas de final, femininas e masculinas, acontecem na quinta-feira e reúnem 32 skatistas de cada gênero. Na sexta, 16 atletas buscam uma das oito vagas da final. A disputa de medalhas do Mundial de Skate Street de Roma será no sábado.
Estadão Conteúdo.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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