Dudu e Leila Pereira. Foto: Reprodução
O atacante Dudu, que deixou o Palmeiras há 4 meses, volta a ser o centro das atenções após negociação com o Cruzeiro e saída polêmica envolvendo um processo judicial da presidente do clube, Leila Pereira, em janeiro deste ano.
Em junho do ano passado, Leila afirmou em entrevista à Globo que o atleta “saiu pela porta dos fundos” e que seu ciclo havia terminado.
Através das suas redes sociais, Dudu deu a sua resposta para a presidente. Ele compartilhou uma foto com as taças conquistadas no clube e escreveu: “Minha história é legítima e verdadeira, ao contrário da sua, senhora Leila Pereira. Me esquece, VTNC”.
Nessa ocasião, a sigla acabou sendo interpretada pela torcida como um xingamento, o que agravou ainda mais a crise e resultou na abertura do processo por parte da presidente, que acusa o atleta de danos morais. A ação corre na 11ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e tem pedido de indenização de R$ 500 mil.
A defesa do atacante, apresentou contestação de 66 páginas à Justiça, e alega que o atleta foi vítima de assédio moral e psicológicos por parte de Leila, enquanto atuava no Verdão, e diz ainda que ele abriu mão da quantia aproximada de R$25 milhões ao pedir a rescisão de contrato com o Palmeiras em dezembro.
Em um dos trechos, a defesa diz: "(viii) Não xingou a Autora, limitando-se a fazer alusão às letras VTNC – o que pressupõe no contexto dos fatos envolvendo os demandantes que podem ter diversas interpretações - inclusive "VIM TRABALHAR NO CRUZEIRO" – Além disso, apenas pediu para que a Requerente o esquecesse, deixasse em paz. O Requerido não escreveu nada mais do que isso, ao contrário do que tenta fazer a Requente ao juntar nos autos uma ata notarial com expressão inexistente no suposto post do Requerido registrado no Instagram. Ademais, ainda que as siglas registradas na resposta do Réu “VTNC” pudessem ter sido interpretadas equivocadamente como, alusão ao órgão excretor do corpo humano, trata-se apenas de uma expressão de baixo calão, sem potencial para ofender a honra".
O jogador pede uma indenização mínima de R$ 100 mil por dia caso Leila mencione seu nome publicamente. Ele também exige uma retratação pública que deve ser exibida nos telões do Allianz Parque durante os jogos por um ano, além de veiculação nos canais oficiais do Palmeiras.
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