Evandro Carvalho Foto: Divulgação / FPF
Após a Revista Piauí afirmar que os presidentes das federações de futebol receberam um aumento de salário de mais de 300%, os mandatários estaduais se articularam rapidamente para desmentir a informação. Um dos que se manifestaram foi Evandro Carvalho, da Federação Pernambucana de Futebol. Além de negar o reajuste, o chefe da FPF garantiu que nem ao menos recebe salário da CBF.
Segundo Evandro, a FPF recebe mensalmente R$ 100 mil mensalmente por meio de um programa de apoio às federações. O mandatário ainda informou que irá processar a revista responsável por disseminar a informação.
Mário Carmélio, da Federação Cearense, negou o aumento de salário e foi incisivo ao dizer que a FCF só recebe um apoio mensal para “fomentar e ajudar nas despesas da sede com funcionários; cursos de arbitragem; e manutenção de competições da base e feminino”. Além disso, ele explicou que o valor repassado pela CBF não chega nem perto dos R$ 251 mil apontado pela revista.
O presidente da Federação Maranhense, Antônio Américo também negou o aumento e informou que o valor recebido da CBF não chega a ser “nem 25% desse valor”. Michelle Ramalho, da Federação Paraibana, foi mais uma das mandatárias que negou a informação da Revista Piauí.
Segundo o jornalista Allan abreu, da Revista Piauí, Ednaldo Rodrigues, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), teria aumentado os salários pagos aos presidentes das federações estaduais. Antes fixada em R$ 50 mil mensais, a remuneração passou para R$ 215 mil, um aumento de mais de 300%.
A decisão acontece logo após a reeleição de Ednaldo Rodrigues para a presidência da CBF. O dirigente garantiu mais um mandato com 100% dos votos e segue no comando da entidade máxima do futebol brasileiro.
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