Trump ao lado de Gianni Infantino, presidente da Fifa. Foto: Divulgação / Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhará de perto a grande decisão da Copa do Mundo de 2026. A presença do chefe de Estado foi confirmada na quinta-feira (16) pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
A final entre Espanha e Argentina será disputada neste domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e definirá o novo campeão mundial.
Segundo Leavitt, a participação de Trump marca o encerramento de uma edição que, na avaliação do governo norte-americano, foi a maior já realizada no país em termos de público, segurança e audiência.

A participação de Donald Trump na cerimônia de encerramento já havia sido antecipada pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, ainda durante a fase inicial da Copa do Mundo.
Na ocasião, o dirigente revelou que os dois estariam juntos na entrega da taça à seleção campeã após o apito final.
Trump, no entanto, não esteve presente na partida de abertura do torneio, disputada entre Estados Unidos e Paraguai, em Los Angeles, o que gerou dúvidas sobre sua participação na decisão.
A ausência do presidente norte-americano no jogo inaugural chamou atenção durante a competição.
Parte da imprensa internacional levantou a possibilidade de que Trump tivesse evitado comparecer ao estádio após receber vaias durante sua aparição na final da NBA, embora nenhuma justificativa oficial tenha sido apresentada pela Casa Branca.
Apesar disso, a confirmação da presença na final encerra as especulações e garante a participação do presidente na cerimônia mais importante do torneio.
Ao longo da Copa do Mundo, Trump também esteve envolvido em um episódio que gerou repercussão internacional.
O presidente solicitou diretamente a Gianni Infantino que a Fifa reconsiderasse o cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, durante a competição.
O pedido acabou sendo aceito, permitindo que o jogador atuasse na partida seguinte contra a Bélgica.
A decisão provocou críticas de dirigentes ligados ao futebol europeu. A Uefa e representantes da União Europeia defenderam que decisões disciplinares devem permanecer sob responsabilidade das entidades esportivas, sem interferência política.
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