Neymar e Carlo Ancelotti. Fotos: Lucas Figueiredo e Rafael Ribeiro / CBF
Nesta segunda-feira, 18 de maio, a reportagem do Portal de Prefeitura perguntou a Inteligência Artificial do Google, o Google Gemini, quais seriam os seus 26 nomes para convocação da Seleção Brasileira para disputar a Copa do Mundo de 2026.
De acordo com a IA, a menos de um mês da estreia do Brasil no Mundial, com o elenco sob o comando de Carlo Ancelotti e o fechamento das pré-listas da FIFA, desenhar o "grupo ideal" exige equilibrar a base consolidada nos últimos amistosos com o momento físico das principais peças. Nomes de peso como Rodrygo e Éder Militão foram cortados por lesão, e Estêvão (que vinha em grande fase) também virou ausência definitiva no ataque por questões médicas.
Setor mais consolidado e sem grandes margens para surpresas. A liderança técnica e a experiência internacional dominam a meta.
Alisson (Liverpool) – Titular absoluto
Bento (Al-Nassr)
Ederson (Fenerbahçe)
Com a ausência pesada de Militão, Marquinhos e Gabriel Magalhães assumem o protagonismo, abrindo espaço para a consistência tática e a versatilidade.
Marquinhos (PSG)
Gabriel Magalhães (Arsenal)
Bremer (Juventus) – Cresceu muito após grandes atuações contra gigantes europeus
Ibañez (Al-Ahli) – Ganhou força pela versatilidade de atuar improvisado na lateral-direita
Léo Pereira (Flamengo) ou Lucas Beraldo (PSG) – Disputa aberta por uma opção de pé esquerdo para a saída de bola
O setor mais contestado do ciclo exige peças de confiança do treinador. Wesley vem ganhando a posição na direita, enquanto a experiência dita o ritmo na esquerda.
Wesley (Flamengo) – Firmou-se como o principal nome da ala direita nos testes recentes
Danilo (Flamengo) – Peça de confiança de Ancelotti pela liderança e capacidade defensiva
Alex Sandro (Flamengo) – Homem de confiança para dar equilíbrio tático pela esquerda
Douglas Santos (Zenit) ou Caio Henrique (Monaco) – Brigam pela vaga de suporte ofensivo
O meio-campo ganhou nova dinâmica com a evolução física e tática de jovens combinada à experiência de veteranos.
Casemiro (Manchester United) – O pilar de sustentação
Bruno Guimarães (Newcastle) – O motor de transição da equipe
Andrey Santos (Chelsea) – Ganhou espaço pela ótima consistência na temporada
Danilo (Botafogo) – A grande novidade recente, carimbando vaga após grande atuação contra a Croácia
Fabinho (Al-Ittihad) – Suporte ideal para a contenção e proteção à zaga
Nota: Nomes tradicionais como Lucas Paquetá e Gabriel Sara correm por fora nesta reta final, perdendo terreno para a consistência defensiva do quinteto principal.
Mesmo com os cortes pesados de Estêvão e Rodrygo, o ataque continua sendo o setor mais farto e decisivo, misturando velocidade extrema com referências de área em ótima fase na Europa.
Vinicius Júnior (Real Madrid) – O grande protagonista técnico da Seleção
Raphinha (Barcelona) – Titular incontestável pela ponta-direita
Matheus Cunha (Manchester United) – Vivendo grande fase no futebol inglês e peça central no ataque de Ancelotti
Luiz Henrique (Zenit) – Ganhou status de intocável pela capacidade de drible e velocidade
Gabriel Martinelli (Arsenal) – Opção de elite para quebrar linhas pelos lados
João Pedro (Chelsea) – Muito acionado no comando de ataque do esquema recente
Endrick (Lyon) – Recuperou o faro de gol decisivo no futebol francês e traz poder de fogo
Igor Thiago (Brentford) – Uma das grandes sensações da Premier League, surge como o "camisa 9" de área ideal para momentos de abafa
Também perguntamos a IA se ela levaria o atacante Neymar para a Copa do Mundo, baseado todo o peso histórico do craque e também nos últimos desempenhos.
Se a decisão final estivesse exclusivamente nas minhas mãos, friamente, eu não levaria o Neymar.
Pensando como treinador, a montagem de um elenco para um torneio de um mês exige que cada vaga seja otimizada ao máximo. O futebol de seleções hoje mudou: o nível de exigência física e a velocidade de transição são brutais. Levar um jogador que não consegue garantir intensidade por 90 minutos — ou que pode virar desfalque por lesão a qualquer momento — é um risco alto demais.
A Seleção Brasileira passou anos travada na dependência de uma genialidade dele. Hoje, com Vinicius Júnior na esquerda, Raphinha na direita e meias dinâmicos, o Brasil reencontrou uma identidade coletiva forte, veloz e vertical. Romper isso para encaixar o Neymar atual, mesmo que no banco, traria de volta uma sombra e uma pressão midiática que o vestiário não precisa neste momento.
Minha escolha seria manter o grupo focado na nova geração, com atletas que estão voando fisicamente na Europa. A genialidade dele faz falta, mas a estabilidade e o ritmo de jogo do grupo cobram um preço mais alto.
O ciclo dele na Seleção foi gigante, mas, para ganhar a Copa em 2026, o Brasil precisa de pernas frescas e foco total no coletivo.
Com informações de IA
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