"Clara Legítima defesa", diz EXPLOSÃO CORAL sobre envolvidos na MORTE de torcedor do SPORT Fotos: Portal de Prefeitura
Após a Polícia Civil de Pernambuco realizar, na manhã desta quinta-feira, 14 de novembro, a prisão de cinco suspeitos do assassinato do torcedor Lucas Vinícius Gomes de Almeida Santos, em uma briga entre membros de torcidas organizadas em setembro deste ano, o advogado de defesa de parte dos suspeitos, Guilherme Monteiro, concedeu uma entrevista exclusiva ao Portal de Prefeitura e afirmou que os torcedores estão colaborando com as investigações e agiram em "clara legítima defesa".
"Todos os torcedores tricolores estão sendo identificados e estão colaborando com toda a investigação desde o mês de setembro, visando trazer VERDADES ao caso, inclusive a clara legítima defesa, face às injustas agressões sofridas."
O crime ocorreu após a partida entre Sport e Goiás, válida pela Série B do Campeonato Brasileiro, nas proximidades da sede de uma torcida organizada do Santa Cruz, no bairro do Arruda, Zona Norte do Recife. O defensor explicou que a uniformizada Explosão Inferno Coral solicitou reforço policial na sede para receber alguns torcedores aliados do time goiano, que seguiram as ordens dos PMs.
"Inicialmente, a defesa informa que a Explosão Inferno Coral solicitou reforço policial na sede da torcida para receber alguns torcedores aliados do Goiás, juntamente com escolta policial na ida e volta à Arena Pernambuco, inclusive com a revista dos ônibus com cães farejadores, tanto na ida quanto na volta. Não houve qualquer problema com os torcedores, que sempre obedeceram as ordens policiais."
Após a grande maioria dos torcedores ser dispersada da sede pela Polícia Militar, torcedores ligados à Torcida Jovem do Leão, junto com um grupo de mais de 50 pessoas, foram à sede da Explosão Inferno Coral e iniciaram a confusão.
"Ao retornar a sede da torcida, todos foram dispersados pela polícia militar, que ainda cedo saiu do local, estando no local cerca de 10 torcedores que estavam apenas esperando transporte para suas residências, todos desarmados de quaisquer instrumentos que pudessem ser usados para violência."
"Contudo tragicamente um grupo de torcedores ligados a Torcida Jovem do Leão, que conforme a investigação são da região de Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, ao invés de irem para suas residências, decidiram com mais de 50 pessoas, ir até a sede da torcida Explosão Inferno Coral e começaram a jogar bombas caseiras, paus, garrafas de vidro e pedras, dentre tais autores estava a vítima dessa fatalidade."
Por fim, a defesa destacou que o conflito entre as torcidas organizadas foi planejado e premeditado pela Torcida Jovem do Leão, enfatizando que os torcedores do Santa Cruz agiram apenas em legítima defesa.
Na qualidade de defensor de parte dos SUSPEITOS ligados a fatalidade de morte de um membro de organizada, que aconteceu em setembro de 2024, na Rua Bolívar no bairro do Arruda.
Inicialmente a defesa informa que EXPLOSÃO INFERNO CORAL, solicitou reforço policial na sede da torcida para receber alguns torcedores aliados do Goiás, juntamente com escolta policial na ida e volta a Arena Pernambucano, inclusive com a revista dos ônibus com cães farejadores, tanto na ida quanto a volta, NÃO HOUVE QUALQUER problema com os torcedores, que sempre obedeceram as ordens policiais.
Ao retornar a sede da torcida, todos foram dispersados pela polícia militar, que ainda cedo saiu do local, estando no local cerca de 10 torcedores que estavam apenas esperando transporte para suas residências, todos desarmados de quaisquer instrumentos que pudessem ser usados para violência.
Contudo tragicamente um grupo de torcedores ligados a Torcida Jovem do Leão, que conforme a investigação são da região de Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, ao invés de irem para suas residências, decidiram com mais de 50 pessoas, ir até a sede da torcida Explosão Inferno Coral e começaram a jogar bombas caseiras, paus, garrafas de vidro e pedras, dentre tais autores estava a vítima dessa fatalidade, que chega a ser a pessoa que mais se aproxima da sede da Explosão Inferno Coral, se colocando em situação clara de perigo, pois era uma pessoa que estava causada agressões e danos a membros de uma torcida organizada rival, na sede desta.
Ficando clara uma premeditação e organização para este “ataque”, por este grupo, sendo a causa de todo o conflito ocorrido, salientando que a Torcida Explosão Inferno Coral não combinou nenhum confronto. Todos os torcedores tricolores estão sendo identificados e estão colaborando com toda a investigação desde o mês de setembro, visando trazer VERDADES ao caso, inclusive a clara legítima defesa, face às injustas agressões sofridas.
A defesa fica à disposição de qualquer esclarecimento.
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