Chilavert, ex-goleiro do Paraguai, fez duras críticas a Vini Jr e Mbappé. Fotos: Redes Sociais / Chilavert e Real Madrid
O ex-goleiro paraguaio José Luis Chilavert voltou ao mundo das polêmicas no futebol ao comentar o episódio de possível injúria racial denunciado pelo atacante brasileiro Vinícius Júnior contra o argentino Gianluca Prestianni, durante o jogo entre Benfica e Real Madrid pela Liga dos Campeões da Europa, realizado na última terça-feira, 16 de fevereiro.
O ex-atleta, conhecido por suas declarações o tanto quanto duvidosas e explosivas nas redes sociais e em entrevistas, não somente defendeu o jogador do Benfica, que nega ter dito insultos racistas, como lançou ataques diretos a Vini Jr. e ao atacante Kylian Mbappé, que sentiu as dores do camisa 7 e discutiu com o jogador do time português.
“O Vinícius é o primeiro a atacar todo mundo e agora quer se fazer de vítima”, escreveu o ex-arqueiro. Em outra publicação, ele afirmou: “Antes não existiam câmeras e ninguém ficava chorando. O futebol sempre foi assim”.
As declarações foram ainda mais pesadas quando foram direcionadas ao camisa 10 do Real Madrid, Mbappé, que havia manifestado apoio público ao brasileiro. Chilavert declarou: “Mbappé fala de valores e vive com um travesti. Isso não é normal”. A fala foi amplamente criticada por torcedores e especialistas por seu teor transfóbico.
A denúncia feita por Vinícius levou à ativação do protocolo antirracismo da UEFA durante a partida, com registro oficial do ocorrido. O Real Madrid informou que forneceu provas às autoridades esportivas para apuração do caso.
O duelo ficou paralisado por 11 minutos até o retorno. Segundo Mbappé, os jogadores não queriam mais jogar, porém, o próprio Vinícius pediu para retornar ao campo.
José Mourinho, técnico do Benfica, se resumiu a não falar do suposto episódio racista e comentou que Vini Jr. prejudicou o espetáculo ao fazer um gol e ir comemorar em frente a torcida do time português.
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Coordenado pelo FBI, o grupo de trabalho monitorava possíveis ameaças terroristas, episódios envolvendo torcedores violentos, riscos contra jogadores e outras ocorrências.
Ex-operário metalúrgico, ele assumiu negociações, protegeu a família nos bastidores e esteve presente nas decisões que moldaram uma carreira histórica.
Caso consiga o feito inédito, o carioca poderá enfrentar Jakub Menšík, 17° do mundo, ou Botic van de Zandschulp, 70° do ranking.
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