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Casemiro assume que Brasil está "um pouco atrás" das seleções favoritas para a Copa do Mundo 2026

O volante do Manchester United, que é homem de confiança de Carlo Ancelotti, concedeu entrevista e falou sobre o Brasil não estar entre as grandes favoritas para o título da Copa do Mundo de 2026.

Pedão Repórter

09 de outubro de 2025 às 15:53   - Atualizado às 15:55

Casemiro assumiu momento da Seleção Brasileira.

Casemiro assumiu momento da Seleção Brasileira. Foto: Rafael Ribeiro / CBF

 Líder da Seleção Brasileira e nome de confiança do técnico Carlo Ancelotti, o volante Casemiro mostrou muita sinceridade nesta quinta-feira ao responder como a equipe nacional está neste momento pensando já na Copa do Mundo de 2026 O capitão admitiu que o time está "um pouco atrás" das concorrentes por causa do ciclo tumultuado, com muitas mudanças de treinadores.

Enquanto muitos companheiros mostram confiança para a competição de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, Casemiro optou por manter os pés no chão e a humildade. Sem, claro, tirar o mérito do Brasil, que costuma chegar forte.

"Nós estamos um pouco atrás se for comparar o ciclo, né. O treinador (Ancelotti) está há três meses, trabalhou com a gente 20, 30 dias, não sei. Então é claro, inevitável, e nós temos de ser sinceros que estamos um pouco atrás", admitiu.

Nada, porém, de desacreditar no Brasil, longe disso. "Mas aqui se trata da seleção brasileira, com qualidade, jogadores de alto nível, dos maiores clubes da Europa... Claro que a adaptação é sempre mais rápida quando você tem jogadores de alto nível e nunca deve-se deixar de lado a qualidade da seleção", seguiu. "Até a Copa do Mundo, teremos 40, 50 dias com o mister e a adaptação tem de ser o quanto antes. O mais desafiante é voltar essa sintonia, essa conexão."

Casemiro aproveitou para exaltar os amistoso contra Coreia do Sul, nesta sexta-feira, e Japão, na terça, rivais já garantidos no Mundial de 2026. Em sua avaliação, serão testes importantes para a seleção brasileira avaliar seu nível de jogo restando menos de um ano para a Copa.

"É muito importante diversificar a dinâmica de adversário. Com todo o respeito a outras seleções, Coreia do Sul e Japão são as principais (da Ásia). Estamos jogando contra seleções de alto nível e é importante para conhecer a escola, saber o nível em que estão e ver como está o adversário", disse. "É importantíssimo diversificar, se tratando de Copa do Mundo, serão muitos rivais e você não sabe quem vai enfrentar."

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