O treinador acredita que o fato de muitos jogadores aceitarem receber um salário menor para atuar em uma equipe que está em uma divisão acima atrapalha na montagem do elenco.
Itamar Schülle, treinador do Santa Cruz. Foto: Rafael Mello/Santa Cruz
Apesar de já ter anunciado 13 reforços, o Santa Cruz segue buscando novas peças para montar o elenco para a temporada de 2025. Nesse processo, o clube tricolor precisou enfrentar a competitividade do mercado da bola, e, segundo o treinador Itamar Schülle, o Mais Querido chegou a perder um possível reforço para um de seus principais rivais: o Náutico.
"A gente tentou, por exemplo, um zagueiro que me deu a palavra que viria para cá, só que ele não cumpriu a palavra e foi para o Náutico. Vou trazer ele à força? Não"
Nesta temporada, Itamar foi emprestado ao Retrô, onde sagrou-se campeão da Série D, e durante sua passagem pela Fênix contou com diversos jogadores do time tricolor, que também atuaram por empréstimo. O treinador contou que nesse período, alguns atletas deram a palavra de que atuariam pela Cobra Coral, mas devido as limitações financeiras as negociações não foram para frente.
"Teve outros jogadores que também me deram a palavra. Saíram do Retrô mas foram para outras equipes. E o valor que eles pediram não dá para o Santa Cruz. O clube não tem a condição de pagar o salário de alguns que a gente quer"
Além da questão financeira, Schülle destaca o fato de muitos jogadores aceitarem receber um salário menor para atuar em uma equipe que está em uma divisão acima do Santa Cruz.
"Muitos atletas a gente gostaria de contar, mas a gente não tem a condição financeira de trazê-los. Há uma realidade aqui no clube que a diretoria luta para aumentar, e segundo que muitas vezes o atleta vai para um clube por R$ 30 mil a menos, mas porque ele está numa divisão acima"
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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