A docusérie, lançada originalmente em 2020, voltou ao Top 10 do catálogo da plataforma e chama atenção tanto por seu conteúdo quanto pelo momento em que sua audiência cresce novamente.
Jeffrey Epstein Foto: Reprodução
Nos últimos dias, a série documental Jeffrey Epstein: Filthy Rich voltou a figurar entre as produções mais assistidas da Netflix, despertando grande interesse do público após reaparecer nos rankings de visualização em vários países, inclusive no Brasil.
A docusérie, lançada originalmente em 2020, voltou ao Top 10 do catálogo da plataforma e chama atenção tanto por seu conteúdo quanto pelo momento em que sua audiência cresce novamente.
A produção documental voltou às posições mais altas da lista de séries mais vistas da Netflix após a divulgação de novos emails e documentos oficiais relacionados ao caso Jeffrey Epstein, pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em janeiro de 2026. Esses arquivos, compostos por milhões de páginas, registros e comunicações, reacenderam a curiosidade do público sobre o escândalo envolvendo o financista condenado por tráfico sexual e abuso de menores.
No Brasil, o retorno da série também se deu de forma significativa: ela chegou a ocupar o Top 3 no ranking de produções mais assistidas na plataforma, superando lançamentos recentes e outras séries populares no catálogo.
A série Jeffrey Epstein: Filthy Rich é uma docusérie dividida em quatro episódios que explora em profundidade a trajetória de Jeffrey Epstein, desde sua ascensão na elite financeira até sua condenação por crimes sexuais contra menores e sua morte controversa em uma prisão americana.
Baseada no livro homônimo de 2016 de James Patterson, a produção combina entrevistas com sobreviventes, exfuncionários e autoridades envolvidas nos casos para traçar um retrato perturbador das redes de poder e influência que permitiram que os abusos permanecessem ocultos por tantos anos.
Apesar de ter sido lançada há mais de cinco anos, a produção continua relevante, principalmente porque apresenta relatos diretos das vítimas e evidencia como Epstein usava sua riqueza e conexões para manipular e intimidar.
Especialistas em cultura pop e análise de audiência apontam que dois fatores principais explicam o ressurgimento da série no ranking:
Atualização dos documentos e novas revelações públicas relacionadas ao caso, que reacendem o interesse da audiência em entender melhor o escândalo.
Compartilhamento e debate em redes sociais sobre a temática, impulsionando espectadores a buscar a produção no catálogo.
Esse fenômeno — uma produção antiga voltando ao topo do ranking — é relativamente raro, mas mostra como acontecimentos externos e debates públicos podem impactar diretamente o consumo de conteúdo em serviços de streaming.
O retorno de Jeffrey Epstein: Filthy Rich ao Top 10 da Netflix também reforça como documentários que abordam temas sociais sensíveis e casos reais podem permanecer relevantes por anos. A série não é apenas entretenimento: ela funciona como um registro documental que expõe falhas institucionais, desigualdades de poder e a luta das vítimas por justiça.
Para muitos espectadores, a produção representa não só um mergulho investigativo em um dos escândalos mais perturbadores da última década, mas também uma maneira de refletir sobre temas como impunidade, abuso de poder e cultura do silêncio em torno de crimes sexuais.
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