Quem matou Odete Roitman? Relembre quem foi o assassino na primeira versão da novela Foto: Reprodução / TV Globo
A vilã Odete Roitman, interpretada por Debora Bloch, morreu no capitulo que foi ao ar na segunda-feira, 6 de outubro, em Vale Tudo. A adaptação do folhetim de 1988 teve remake de Manuela Dias e trouxe novidades no enredo.
Na versão original, Odete, interpretada por Beatriz Segall, teve um desfecho diferente. Sua morte começa com vários suspeitos, mas é revelada no último capítulo da trama.
A revelação ocorre quando Leila (Cássia Kis) descobre a traições de Marco Aurélio (Reginaldo Faria) ao chegar de uma viagem sem aviso prévio.
Ela entra no apartamento e, movida pelo ódio, pega uma arma que estava no local. Leila ameaça atirar em Marco Aurélio mas, ao ouvir alguém chegando por uma porta, dispara pensando ser a amante, que na versão original era Maria de Fátima. Entretanto, era Odete que estava atrás da porta. Em seguida, Leila e Marco Aurélio fogem do País e ficam impunes pela morte da vilã.
Os autores da versão de 1988, Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, tiveram que mudar o desfecho de última hora pois a morte de Odete teria sido descoberta pela imprensa na época e revelada. Era Marco Aurélio quem mataria a antagonista inicialmente.
A adaptação de Manuela Dias também seguirá novos rumos: ela afirmou que o crime não será cometido pela mesma personagem. A cena fará uma homenagem a Beatriz Segall e foi gravada com finais alternativos, o que deixa dúvidas sobre o assassino até para os atores.
A refilmagem de Vale Tudo chega a um de seus pontos mais aguardados: a morte de Odete Roitman. Interpretada por Debora Bloch na nova versão da trama, a personagem será encontrada morta em seu quarto, no hotel onde vive. O capítulo com essa sequência está previsto para ir ao ar nesta segunda-feira, 6 outubro.
A equipe da novela incluiu uma homenagem à atriz Beatriz Segall, que consagrou o papel na produção original exibida em 1988. O tributo aparece no figurino usado por Bloch durante a gravação, inspirado na roupa que Segall vestia na icônica cena da primeira versão.
Segundo a figurinista Marie Salles, a ideia foi reconhecer o legado da história e a memória afetiva do público. Ela explica que o figurino foi pensado como uma forma de relembrar o trabalho de Beatriz Segall e da equipe que marcou época.
"É mais um fun service da novela. A gente quis fazer uma homenagem à Beatriz, à figurinista e às pessoas que assistiram a versão de 1988", disse Salles ao Gshow.
Estadão Conteúdo.
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