Prova do Anjo. Foto: Reprodução/Rede Globo
O sábado marca a realização de mais uma Prova do Anjo no BBB 26. Quem vencer a disputa conquista o colar da imunidade e terá o poder de proteger um participante na Formação do Paredão, que acontece no domingo, 22 de março. Além disso, o ganhador também será responsável por definir quem enfrentará o Castigo do Monstro.
Nesta semana, a dinâmica será feita em duplas, com dois participantes escolhidos para o castigo. Um representará “cara” e o outro “coroa”, simbolizando os dois lados de uma moeda. Eles deverão permanecer presos um ao outro, de costas, até a formação do Paredão.
Haverá pausas indicadas por um som de moedas; nesses momentos, os participantes poderão se soltar temporariamente, mas precisarão se unir novamente quando o sinal tocar outra vez.
Os castigados perdem 300 estalecas e, caso estejam no VIP, são automaticamente transferidos para a Xepa.
Como benefício extra, o Anjo da semana poderá escolher entre assistir a um vídeo enviado pela família ou ganhar uma imunidade adicional para conceder a outro participante.
O ex-BBB Pedro Henrique Espíndola decidiu levar à Justiça a polêmica que marcou sua passagem pelo Big Brother Brasil 26. Após deixar o programa em meio a acusações de importunação sexual, ele entrou com uma ação contra a TV Globo pedindo cerca de R$ 4,25 milhões em indenização e contestando a forma como sua saída foi tratada.
O caso foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo e a existência do processo foi confirmada pelo Estadão. A reportagem tentou contato com a defesa de Pedro Henrique e também com a emissora carioca, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto para manifestação.
Segundo o jornal, os advogados alegam que o ex-participante já havia informado à produção do Big Brother Brasil 26 sobre um quadro psiquiátrico antes do confinamento. A defesa afirma ainda que a família teria solicitado sua retirada do programa, sem sucesso.
A ação também questiona a forma como a saída foi conduzida. Embora Pedro tenha apertado o botão de desistência, a emissora tratou o caso como expulsão, o que, segundo os advogados, teria causado prejuízos à sua imagem e levado à rescisão contratual.
Além disso, ele afirma não ter recebido valores pela participação e ter perdido contratos comerciais após deixar o reality.
O caso que levou à saída do participante ocorreu dentro da casa, durante uma interação com Jordana Morais. Segundo relato da sister, Pedro se ofereceu para ajudá-la e a acompanhou até a despensa, onde tentou beijá-la sem consentimento.
"Ele pegou e entrou comigo na despensa, me pegou pelo pescoço e tentou me beijar. Eu falei: 'Cê tá louco?' e ele falou: 'Tô fazendo o que tô com vontade'", contou Jordana. A emissora chegou a exibir imagens do momento.
Após o ocorrido, Pedro decidiu deixar o programa. Ao ser questionado sobre a situação por outros participantes, respondeu: "O que não devia ter acontecido".
Durante a transmissão ao vivo, o apresentador Tadeu Schmidt afirmou que, caso ele não tivesse saído por conta própria, seria retirado pela produção.
O episódio levou à abertura de um inquérito pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que indiciou o ex-BBB por importunação sexual
Após deixar o programa, Pedro retornou ao Paraná e foi internado em uma clínica psiquiátrica. De acordo com sua defesa, ele possui diagnóstico prévio de transtorno bipolar, que teria sido agravado durante o confinamento.
Até o momento, a TV Globo não se pronunciou oficialmente sobre o processo. O caso agora segue na Justiça e acrescenta um novo capítulo à polêmica envolvendo o participante, que marcou a atual edição do reality.
Estadão Conteúdo.
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