O parque possui entrada gratuita, onde os visitantes podem conhecer de perto espécies que representam a vida subaquática dos principais biomas brasileiros.
Bioparque Pantanal, no Mato Grosso do Sul. Fotos: ASCOM/Bioparque Pantana
O Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é considerado o maior aquário de água doce do Brasil e do mundo, abrigando 5 milhões de litros de água distribuídos em uma ampla estrutura dedicada à preservação, pesquisa e educação ambiental.
O espaço, que possui entrada gratuita, conta com 31 tanques de exposição pública, onde os visitantes podem conhecer de perto espécies que representam a vida subaquática dos principais biomas brasileiros, como Pantanal e Amazônia, além de ambientes aquáticos de outros continentes.
Projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake, o complexo foi concebido para oferecer uma imersão visual e educativa na biodiversidade dos ecossistemas aquáticos. Além da visitação, o Bioparque se destaca pela estrutura voltada à pesquisa científica, com 168 tanques técnicos, 38 tanques de quarentena, um de abastecimento e um de reuso de água.
O local também abriga centenas de espécies nativas e exóticas, mantidas em um ambiente controlado por um sistema automatizado que monitora, em tempo real, a temperatura, oxigenação e qualidade da água, garantindo as condições ideais para a sobrevivência e reprodução dos animais.
Com um viés educativo, o parque busca estimular a conscientização ambiental e promover o conhecimento sobre a importância da conservação dos ecossistemas aquáticos.
Além do papel de sensibilização do público, o Bioparque Pantanal é referência em pesquisa genética, reabilitação e reprodução de espécies ameaçadas. Em parceria com o Centro de Conservação de Peixes Neotropicais (CCPN), o espaço contabiliza 330 reproduções bem-sucedidas até 2025, das quais 27 são inéditas para a ciência e 15 inéditas no Brasil, segundo informações do portal Click Petróleo e Gás.
A Cascaneia, maior parque aquático de Santa Catarina, anunciou o maior investimento de sua história: R$ 40 milhões destinados à expansão das instalações, criação de novas atrações e geração de mais empregos nos próximos cinco anos. O objetivo é transformar o lazer sazonal em uma experiência permanente para moradores e turistas de Gaspar, no Vale do Itajaí.
Segundo Monique Reinert, presidente do Grupo Cascaneia, a iniciativa busca levar o parque a novos patamares de excelência e sustentabilidade econômica, diminuindo a dependência do verão, tradicionalmente a época de maior público. O plano inclui a revitalização de áreas existentes e o desenvolvimento de atrações inéditas fora da água, preparando o complexo para funcionar o ano inteiro.
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