Mais Você: Por que o programa de Ana Maria Braga deixou de ser livre? Foto: Divulgação
No ar desde 1999, o Mais Você, comandado por Ana Maria Braga na TV Globo, deixou de ter classificação livre para todos os públicos. A partir de decisão publicada na última sexta-feira, 20, a atração passou a não ser recomendada para menores de 10 anos.
A mudança foi definida após análise da Secretaria Nacional de Direitos Digitais, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o relatório técnico do governo, foram identificados ao longo das edições conteúdos que envolvem violência, sexo e drogas. Entre os pontos mencionados estão exibição ou menção a armas, descrições de cenas violentas, imagens de cadáveres, sangue e referências a mortes intencionais
Parte desse conteúdo aparece quando o programa repercute acontecimentos de novelas e outras produções da emissora. Segundo avaliação oficial, essas ocorrências costumam estar inseridas em contexto ficcional e narrativo.
O documento também menciona a abordagem de temas relacionados à sexualidade, incluindo relatos sobre prazer e casos de abuso, além de discussões sobre drogas ilícitas, principalmente em quadros jornalísticos. Ainda assim, o entendimento do órgão é que, na maior parte das vezes, esses assuntos são tratados sob viés informativo e de conscientização.
A emissora teve cinco dias úteis, a partir da publicação da decisão, para ajustar a classificação indicativa na exibição. Na edição levada ao ar nesta terça-feira, 24, a nova faixa etária já aparecia sinalizada na programação televisiva.
Até a publicação desta reportagem, no entanto, a classificação no streaming ainda constava como livre para todos os públicos.
Estadão Conteúdo.
3
4
14:42, 08 Abr
27
°c
Fonte: OpenWeather
A investigação busca esclarecer se as constantes viagens da família prejudicam o aprendizado e o desenvolvimento das crianças.
Apesar da gratuidade, os ingressos são limitados e precisam ser retirados com antecedência, alertam organizadores.
"Hoje existe uma abertura maior, mas isso não é garantido. Já houve censura e isso pode voltar a acontecer", diz Felipe Sholl.
mais notícias
+