Entre os principais motivos citados para a rejeição estão a falta de identificação cultural com a celebração e a preferência por utilizar o feriado como período de descanso.
Carnaval das ladeiras de Olinda. Foto: Divulgação
Pesquisa da AtlasIntel, divulgada na segunda-feira, 9 de fevereiro, aponta que a Geração Z é o grupo menos interessado no Carnaval brasileiro.
De acordo com o levantamento, 84,8% dos jovens afirmam não gostar da festa, percentual quase duas vezes maior que a média registrada entre as demais gerações, que ficou em 50,7%.
Entre os principais motivos citados para a rejeição estão a falta de identificação cultural com a celebração e a preferência por utilizar o feriado como período de descanso.
Apenas 11% dos jovens ainda associam o Carnaval à folia tradicional, enquanto 48% dizem preferir aproveitar os dias para descompressão.
A pesquisa também indica que fatores como aversão à música carnavalesca e às grandes multidões contribuem para o afastamento da Geração Z das festas, que neste ano ocorrem entre os dias 14 e 17 de fevereiro em todo o país.
Questões econômicas também influenciam o desinteresse. Segundo o levantamento, 27,9% dos entrevistados apontaram a falta de dinheiro como principal razão para não participar das festividades.
Regionalmente, o Sul do país se destaca como um polo de rejeição ao Carnaval, com 64% dos entrevistados afirmando não gostar da festa e relataram buscar alternativas para fugir das aglomerações típicas do período.
A pesquisa ouviu 1.448 brasileiros adultos entre os dias 26 de janeiro e 3 de fevereiro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
A sobriedade emerge como escolha estratégica entre jovens da Geração Z em bares e eventos. Nascidos entre 1997 e 2012, eles optam por clareza mental em vez de euforia passageira, priorizando saúde física e emocional.
Dados globais e brasileiros confirmam a tendência. Pesquisas indicam queda de até 20% no consumo de álcool nessa faixa etária comparado a gerações anteriores, com foco em evitar ressacas morais e físicas.
A sobriedade reflete preocupações com autocontrole e bem-estar. Jovens citam medo de ansiedade pós-bebida e perda de produtividade como fatores decisivos para evitar álcool em socializações.
Estudos apontam que 30% da Geração Z brasileira bebe menos por esses motivos, contrastando com millennials mais atentos à ressaca física. Influências digitais amplificam a conscientização sobre impactos emocionais do álcool.
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