A volta da moda de 2016. Foto: Reprodução/Redes sociais
Em 2026, a moda voltou a celebrar o passado com o movimento conhecido como “o novo 2016”. Celebridades como Kylie Jenner, Kendall Jenner e Hailey Bieber estão resgatando peças icônicas que marcaram o estilo da época.
Grifes de luxo como Dior, Alexander Wang, Ralph Lauren, Balenciaga e Miu Miu reinterpretam códigos estéticos da década passada, trazendo de volta chokers, jaquetas bomber, jeans de lavagem clara, leggings com croppeds, botas over-the-knee e vestidos bodycon. Essas tendências não são apenas moda: refletem um ciclo cultural que conecta comportamento, identidade visual e estilo pessoal.
O retorno de 2016 não se limita às roupas. Acessórios, principalmente os chokers inspirados no grunge e punk dos anos 1990, voltaram com força. Influenciadoras como Dua Lipa, Zendaya e Rihanna consolidam essas tendências entre novas gerações, mostrando que a nostalgia pode moldar atitudes e estética pessoal.
O movimento também reforça como o ciclo da moda e da cultura pop funciona: o que foi sucesso em uma década retorna reinterpretado, conectando passado e presente.
No universo da beleza, Kylie Jenner é uma das figuras mais influentes desse revival. Ela popularizou lábios volumosos, maquiagem matte, contorno facial definido e sobrancelhas marcantes.
O Kylie Lip Kit, lançado em 2015, foi o início do império Kylie Cosmetics, que em 2025 comemorou 10 anos com a King Kylie Collection, resgatando a identidade ousada e urbana com influências grunge que definiram uma geração inteira.
O ano de 2016 também foi repleto de momentos memoráveis na música, cinema e televisão.
Beyoncé lançou o álbum visual Lemonade, com mensagens sobre empoderamento e identidade.
Taylor Swift inovou com o corte short bob platinado e marcou presença em capas de revistas e no Met Gala.
Hits como Closer (The Chainsmokers), Sorry e Love Yourself (Justin Bieber) dominaram as paradas.
Além disso, Stranger Things estreou na Netflix, introduzindo Millie Bobby Brown, Noah Schnapp e Sadie Sink, enquanto resgatava a nostalgia dos anos 1980 com a icônica Winona Ryder. O falecimento de David Bowie, em janeiro de 2016, também marcou gerações, reforçando seu legado cultural.
Em 2026, o “novo 2016” se manifesta em passarelas, plataformas digitais e lifestyle. Grifes como Versace, Balenciaga e Miu Miu reinterpretam tendências da década passada, enquanto filtros, músicas e trends virais circulam nas redes sociais.
A estética de 2016, que mistura grunge, estilo urbano e pop, mostra que moda e cultura pop funcionam em ciclos que se renovam, conectando diferentes gerações e mantendo viva a memória de tendências que marcaram a década.
O revival de 2016 prova que moda, música, beleza e cultura pop podem se conectar de maneira surpreendente. Em 2026, a nostalgia não é apenas um modismo passageiro, mas um movimento cultural que inspira novas gerações e mantém vivos os momentos que definiram a década passada.
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