Conheça a nova tecnologia de TV que dispensa suporte e promete mudar o visual das salas em 2026. Créditos: Reprodução/Displace
A principal inovação é uma tecnologia de fixação por vácuo, que permite que a TV seja colada na parede, no vidro ou em superfícies diversas, sem necessidade de parafusos, furos ou suportes tradicionais. Essa ideia surgiu para atender às crescentes demandas por ambientes mais minimalistas, práticos e esteticamente elegantes, alinhando-se às tendências de decoração contemporânea que valorizam espaços livres, com menos móveis e mais liberdade de design.
A Displace TV, uma das empresas pioneiras, lançou uma televisão OLED de 55 polegadas que se fixa na parede por meio de um sistema de vácuo inteligente, que cria uma aderência poderosa e segura às superfícies lisas. Essa tecnologia usa uma malha de vácuo controlada por algoritmos que garantem estabilidade e segurança, podendo suportar o peso da TV sem a necessidade de furos ou suportes tradicionais.
Além disso, a TV utiliza uma bateria de longa duração, que permite meses de uso contínuo — aproximadamente um mês, com uso diário de seis horas, antes de precisar de recarga. Essa característica dispensa a conexão constante de cabos, reforçando o conceito de uma instalação limpa e sem fios.
Ao eliminar suportes e móveis, a TV parece “flutuar” na parede, criando uma sensação de amplitude e modernidade que transforma o ambiente. As vantagens incluem:
A chegada dessa tecnologia deve impulsionar uma mudança significativa na indústria de televisores e decoração de interiores. Fabricantes como Samsung, LG e outras marcas já estão investindo em modelos compatíveis que utilizam sistemas semelhantes de fixação a vácuo, e a previsão é que, até 2026, muitas casas brasileiras adotem essa tendência.
O controle remoto, por sua vez, pode dar lugar a comandos de voz e gestos, alinhando-se às tendências de conectividade e automação doméstica. Ainda, a adoção dessa tecnologia deve diminuir a necessidade de furos e instalações complexas, facilitando a instalação por qualquer pessoa, sem a necessidade de profissionais especializados.
Segundo especialistas e fontes oficiais, a implantação gradual começará em grandes cidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, já em 2026. A expectativa do governo e do setor é de que, em até 15 anos, toda a infraestrutura esteja adaptada, incluindo a instalação de antenas compatíveis e a preparação do mercado de suporte à nova tecnologia.
As empresas apontam que, inicialmente, os televisores com suporte de vácuo serão vendidos por valores entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e que, no futuro, haverá opções de dispositivos de suporte que podem ser acoplados a televisores já existentes, por valores na faixa de R$ 300 a R$ 350.
Essa inovação também influencia o design interior: com a TV “flutuando”, o espaço torna-se mais versátil para outros elementos decorativos, iluminação ambiente e móveis planejados. Instalá-la também será uma prática rápida, podendo utilizar superfícies variadas — desde painéis de vidro até paredes de drywall.
Com o avanço dessa tecnologia, os ambientes ganham uma estética mais futurista, inteligente e prático. Imagine salas de estar com uma televisão que se encaixa perfeitamente na decoração, sem suportes visíveis, e que ainda oferece funcionalidades de alta tecnologia, como reconhecimento gestual, comandos de voz e integração total com smart home.
Para 2026, a certeza é de que veremos uma transformação significativa na rotina de assistir TV, com mais liberdade de instalação, menos limitações estruturais e maior foco na estética e na experiência do usuário. A expectativa é que essa inovação inspire ainda mais desenvolvimentos tecnológicos, tornando as casas brasileiras mais inteligentes e conectadas.
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