Em seu discurso, o parlamentar apontou que o direto de ter uma arma é “sagrado” e disse que a esquerda quer “se vingar” da direita.
10 de fevereiro de 2023 às 11:09
O deputado Sargento Fahur (PSD-PR) foi destaque na Câmara dos Deputados ao realizar um discurso em defesa das armas de fogo na quinta-feira, 9 de fevereiro. Durante evento com representantes da indústria da defesa, ele desafiou o ministro da Justiça, Flávio Dino, a ir tomar sua arma. Em seu discurso, Sargento Fahur apontou que o direto de ter uma arma é “sagrado” e disse que a esquerda quer “se vingar”.
"É um direito sagrado, mas esses malditos não entendem. Porque eles querem na verdade se vingar da direita e tudo que a direita representa (…). A imprensa vermelha, a “Globe” [fala] “o deputado bolsonarista sargento Fahur”. Acham que me ofendem. Na verdade, estão me enaltecendo, porque o bolsonarismo significa a defesa da família", ressaltou.
O deputado falou ainda sobre uma suposta intenção do governo federal de retirar as armas de militares da reserva.
"Falaram neste governo em retirar o porte de arma, inclusive do policial aposentado, policial da reserva. Em muitos casos estarão condenando esses profissionais à morte. Eu trabalhei 35 anos na Polícia Militar dando “coronhada” e tiro na cabeça de vagabundo, e continuei combatendo vagabundo, agora no parlamento. E vou andar desarmado? Flávio Dino, vem buscar minha arma aqui, seu m**** ", destacou.
https://www.instagram.com/p/CofAzjCDlAI/ Leia mais: >>> Vídeo: Mourão promete “obstaculizar” decreto de Lula para CACs “Equívoco”; assista
O Governo Federal, através do Ministério da Justiça e Segurança Pública, abriu prazo de 60 dias, contados a partir do dia 1º de fevereiro, para que proprietários de armas de uso permitido ou restrito registrem esses armamentos no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), gerenciado pela Polícia Federal. O governo quer concentrar todos os registros de armas em posse da população no Sinarm – incluindo o arsenal de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), que hoje é controlado e registrado pelo Exército. Ao fim do prazo, quem não fizer o cadastro pode ter o armamento apreendido e responder pelos crimes de porte e posse ilegal de arma de fogo, previstos no Estatuto de Desarmamento de 2003. O cadastro deverá conter a identificação da arma e do proprietário — incluindo o nome, CFP ou CNPJ, endereço de residência e do acervo. Apesar da centralização do registro de armas, o cadastro não substituirá a comprovação de requisitos para obtenção da posse ou porte. Da redação do Portal com informações do PlenoNews
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