Representação gráfica de um tornado do tipo que atingiu o Paraná, na sexta-feira (07). Foto: Freepik
O tornado que atingiu o Paraná nesta sexta-feira, dia 7 de novembro, causando a morte de cinco pessoas e deixando outras 125 feridas, teve origem em uma supercélula, que é considerado uma das tempestades mais perigosas existentes.
Esse tipo de formação é considerado uma das tempestades mais perigosas da meteorologia e costuma provocar danos severos devido às características extremamente intensas de seu desenvolvimento.
As supercélulas são raras e se destacam por apresentarem uma corrente de ar ascendente que gira dentro da nuvem, fenômeno conhecido como mesociclone.
Essa rotação ocorre quando: o ar quente e úmido próximo ao solo sobe rapidamente e encontra ventos mais fortes nas camadas superiores da atmosfera.
A diferença de velocidade e direção entre os ventos faz com que a coluna de ar comece a girar, criando um ambiente propício para a formação de movimentos giratórios de grande intensidade.
Quando uma supercélula se organiza por completo, ela tem potencial para gerar fenômenos meteorológicos severos. Entre os efeitos mais comuns estão: ventos extremamente fortes, chuvas intensas acompanhadas de granizo, descargas elétricas, alagamentos repentinos e, em situações mais extremas, tornados.
Esses eventos podem ocorrer de forma isolada ou simultânea, aumentando ainda mais o risco para a população que vive nas áreas afetadas.
Por serem tempestades muito poderosas e complexas, as supercélulas costumam durar várias horas, podendo se manter ativas por até seis horas consecutivas.
Durante esse período, elas são capazes de dominar o clima de uma região extensa, modificando rapidamente as condições atmosféricas e dificultando a previsão precisa dos seus impactos imediatos.
Embora sejam mais comuns na região central dos Estados Unidos, onde há grande ocorrência de tornados, as supercélulas também podem se formar no Brasil, especialmente nos estados do Sul e do Sudeste.
Nos últimos anos, eventos desse tipo têm sido registrados com maior frequência, levantado discussões entre os especialistas sobre, principalmente, as mudanças climáticas.
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Fonte: OpenWeather
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