Segundo ele "as pesquisas que não eram favoráveis ao PT eram mantidas sigilosas, ao passo que pesquisas favoráveis eram amplamente divulgadas ao público".
20 de setembro de 2022 às 18:04
Com as recentes pesquisas de intenções de voto e a liderança do ex-presidente Lula (PT), voltou a circular uma notícia de 2019, em que o ex-ministro Antônio Palocci afirmou, em acordo de delação premiada, que um acerto de propinas com a empreiteira Andrade Gutierrez bancou pesquisas eleitorais para o PT em 2010, quando a sigla já havia definido a ex-ministra Dilma Rousseff como candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Veja também: >>>Paraná Pesquisas: Lula e Bolsonaro aparecem empatados tecnicamente; confira números Palocci, que cumpria prisão domiciliar após fechar colaboração com a Polícia Federal, foi coordenador da campanha de Dilma. Segundo ele, o esquema, que teria se estendido até 2012, nas eleições municipais, não tinha por objetivo fraudar as pesquisas, produzidas pelo instituto Vox Populi, e sim ocultar recursos de corrupção em serviços que eram de interesse da campanha do PT. Segundo ele "as pesquisas que não eram favoráveis ao PT eram mantidas sigilosas, ao passo que pesquisas favoráveis eram amplamente divulgadas ao público". Os contratos entre a empreiteira e o instituto chegaram a um valor de R$ 11 milhões. O ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Azevedo, que chegou a ser preso e depois virou delator na Lava-Jato, confirmou, em colaboração, os pagamentos ao Vox Populi. A assessoria da presidente cassada Dilma Rousseff disse que Palocci "mente" em seu acordo de delação premiada. Para a defesa de Lula, o ex-ministro trocou parte de seu patrimônio por "mentiras sem provas". Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Correio Braziliense.
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