O influenciador e o ministro do STF já vem tendo atritos de outras épocas. O magistrado proibiu Bruno Aiub de disseminar notícias falsas do Supremo e TSE.
21 de outubro de 2023 às 13:17
O ex-host do Flow Podcast, Bruno Monteiro, mais conhecido como Monark, publicou na sexta-feira, 20 de outubro, em suas redes sociais, que só retorna ao Brasil quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e mais outros cinco ministros forem presos por diferentes causas. Na publicação, Monark afirma que, para retornar ao país, os ministros têm que estar na cadeia por motivos de "romperem a constituição e traírem a pátria, tratando o brasileiro como escravos sem direitos, lixos da humanidade".
"Eu só volto para o Brasil quando o Alexandre de Morais e pelo menos mais uns 5 ministros estiverem na cadeia por romperem a constituição e traírem a pátria, tratando o brasileiro como escravos sem direitos, lixos da humanidade", disse Monark em seu perfil do X, antigo Twtter.Leia mais:>>>POLÍCIA CIVIL recupera mais NOVE METRALHADORAS das 21 armas que foram FURTADAS do Arsenal do EXÉRCITOMonark x Moraes
Não é de hoje que o influenciador e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem seus atritos. Em 14 de junho deste ano, Bruno Aiub xingou o ministro após decisão que proibiu o youtuber de compartilhar informações falsas sobre a atuação da Corte.
“O cara quer me destruir, pô. Por quê? Porque eu falo coisas, entendeu? Não pode mais falar coisas. Você não pode mais falar o que você pensa. Você tem que ser um robozinho que aceita os dogmas da religião política vigente que tem o seu Jesus Cristo Xandão, que é o anticristo do car****, e se você for contra os dogmas dele você é destruído”, afirmou Monark.
Em 29 de junho, Monark negou em depoimento à Polícia Federal ter estimulado os atos golpistas de 8 de janeiro, quando vândalos invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. Ele também seguiu com desconfiança ao TSE. A corporação tomou o depoimento por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em desdobramento do inquérito que investiga os atos de 8 de janeiro. O ministro proibiu Monark de disseminar notícias falsas a respeito da atuação do Supremo e do TSE. A pena para o descumprimento é multa de R$ 10 mil.
“ Afirma ser falso o incentivo à invasão ao congresso e aos prédios públicos; QUE não estimulou a manifestação e afirma que suas falas no tweet sobre a manifestação foram apenas sentindo empatia pelos sentimentos de revolta que alguns manifestantes demonstravam; QUE, em momento algum, incentivou a manifestação e a depredação”, afirmou, segundo relato da PF.Outras polêmicas
Monark foi demitido do podcast “Flow” em fevereiro de 2022, depois de defender no programa a existência de um partido nazista, o que é proibido por lei. Após as críticas, Monark pediu desculpas e disse que estava bêbado quando fez o comentário. Ao prestar depoimento na Polícia Civil de São Paulo sobre o caso, ele mudou a versão da história, e disse ter “conhecimento superficial” sobre o nazismo.
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