Xiaomi 17 e iPhone 17. Foto: Divulgação
Os smartphones mais aguardados de 2025 chegaram ao mercado prometendo desempenho máximo, e a comparação entre Xiaomi 17 Pro Max e iPhone 17 Pro Max já domina as buscas na internet.
Os dois modelos representam o que há de mais avançado hoje em processamento móvel e levantam uma dúvida comum entre consumidores: afinal, qual deles é mais rápido e entrega a melhor experiência no dia a dia?
O Xiaomi 17 Pro Max aposta no Snapdragon 8 Elite Gen 5, o chip mais avançado da Qualcomm até agora. Já o iPhone 17 Pro Max chega equipado com o A19 Pro, processador desenvolvido pela própria Apple. Ambos utilizam litografia de 3 nanômetros, tecnologia que permite mais potência com menor consumo de energia. Na prática, isso significa celulares mais rápidos, eficientes e preparados para tarefas exigentes, como jogos pesados, edição de vídeos e uso intenso de aplicativos.
Quando se fala em desempenho, o processador não atua sozinho. A velocidade percebida pelo usuário depende de um conjunto de fatores que inclui CPU, GPU, memória RAM, armazenamento interno e até o sistema de resfriamento. A CPU executa tarefas cotidianas, como abrir aplicativos e navegar na internet. A GPU cuida dos gráficos, dos vídeos e dos jogos. A RAM mantém os aplicativos ativos em segundo plano, enquanto a memória interna interfere diretamente no tempo de carregamento de arquivos e apps.
O Xiaomi 17 Pro Max foca claramente em desempenho bruto. O Snapdragon 8 Elite Gen 5 trabalha com uma CPU multicore poderosa e uma GPU Adreno 840, que suporta tecnologias avançadas de gráficos, como ray tracing. Esse conjunto favorece multitarefa pesada, jogos longos e aplicativos que exigem alto poder de processamento. O aparelho também utiliza RAM LPDDR6 e armazenamento UFS 4.0, duas das tecnologias mais rápidas disponíveis no mercado, o que acelera a abertura de aplicativos e a troca entre tarefas.
No iPhone 17 Pro Max, a Apple segue uma estratégia diferente. O A19 Pro prioriza a integração total com o iOS. A CPU de seis núcleos combina desempenho e eficiência, enquanto a GPU de seis núcleos oferece gráficos avançados com foco em estabilidade e fluidez. Mesmo sem números tão altos no papel, o iPhone costuma entregar respostas rápidas e consistentes em aplicativos otimizados para o sistema da Apple. A memória e o armazenamento NVMe trabalham de forma integrada ao software, o que reduz atrasos e mantém o sistema fluido.
Outro ponto que influencia diretamente a performance é o controle de temperatura. Quando um celular esquenta demais, ele reduz a velocidade do processador para evitar danos, processo conhecido como limitação térmica. O Xiaomi 17 Pro Max utiliza câmaras de vapor e camadas de grafeno para dissipar o calor, o que ajuda a manter o desempenho alto por mais tempo, especialmente em jogos. O iPhone 17 Pro Max traz um sistema de resfriamento redesenhado, focado em estabilidade e consistência, mesmo que não priorize o pico máximo de desempenho.
Os testes de benchmark ajudam a ilustrar essa diferença. No AnTuTu, um dos testes mais populares do mundo, o Xiaomi 17 Pro Max ultrapassa a marca de 4 milhões de pontos, destacando vantagem em desempenho geral, uso multicore e tarefas pesadas. O iPhone 17 Pro Max alcança cerca de 2,3 milhões de pontos, um número menor, mas ainda muito elevado dentro do cenário atual de smartphones premium. Esses resultados mostram o potencial de cada aparelho, mas não representam de forma absoluta a experiência real do usuário.
Na prática, o Xiaomi 17 Pro Max tende a agradar quem busca força máxima, jogos exigentes e multitarefa intensa. O iPhone 17 Pro Max se destaca pela fluidez constante, pela estabilidade térmica e pela otimização do sistema, oferecendo uma experiência previsível e eficiente no uso diário. Ambos entregam desempenho de ponta e figuram entre os celulares mais rápidos já lançados, mas atendem perfis diferentes de usuários.
A disputa entre Xiaomi e Apple em 2025 reforça que velocidade não se resume apenas a números. O equilíbrio entre hardware, software e eficiência define como cada smartphone se comporta no dia a dia, seja em tarefas simples ou nas mais exigentes.
20:14, 12 Fev
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