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WhatsApp e Instagram vão começar a cobrar mensalidade? Entenda

A Meta, dona das redes, está tentando diversificar a forma de monetização sem afastar a base de usuários.

Redação

28 de janeiro de 2026 às 09:15   - Atualizado às 09:20

Instagram e WhatsApp.

Instagram e WhatsApp. Foto: Divulgação

A Meta avalia a criação de planos pagos para WhatsApp, Facebook e Instagram, com foco na oferta de recursos exclusivos para parte dos usuários. A informação ganhou destaque após publicação do TechCrunch e indica que a empresa não pretende cobrar mensalidade básica para acesso às redes sociais. A proposta mira funcionalidades extras, voltadas principalmente para produtividade, criatividade e uso ampliado de inteligência artificial dentro das plataformas.

Segundo as informações divulgadas, a ideia não envolve restringir funções essenciais, como troca de mensagens, acesso ao feed ou visualização de stories. A Meta mantém o modelo gratuito como base dos serviços. A empresa discute a criação de uma camada adicional, opcional, para quem deseja ferramentas mais avançadas. O Olhar Digital reforçou que a companhia planeja investir em novos recursos, mas ainda não detalhou quais funcionalidades entrariam nesses pacotes premium.

A estratégia segue um movimento que já aparece em outras empresas de tecnologia. Plataformas digitais buscam novas fontes de receita além da publicidade, especialmente em um cenário de maior concorrência e mudanças no mercado de anúncios. A Meta, dona das três redes, enfrenta esse desafio e tenta diversificar a forma de monetização sem afastar a base de usuários.

Quando vai começar?

De acordo com o TechCrunch, a empresa trabalha com a possibilidade de implementar esses planos pagos “nos próximos meses”. A Meta ainda não divulgou uma data oficial para o início dos testes nem informou em quais países a novidade pode surgir primeiro. A companhia também não confirmou valores, formatos de assinatura ou critérios para adesão.

Outro ponto destacado pelas publicações envolve a separação entre os planos premium e o serviço de verificação das contas. Atualmente, a Meta oferece a verificação paga para criadores de conteúdo, artistas, políticos e outras figuras públicas. Esse serviço continuará independente e não fará parte dos novos pacotes em estudo. A empresa mantém a verificação como um recurso específico, com regras próprias e foco em autenticidade e segurança.

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No caso do WhatsApp, especialistas observam que a plataforma já possui soluções voltadas para empresas, como o WhatsApp Business e ferramentas de atendimento. Ainda assim, a Meta não confirmou se os planos premium atingiriam usuários comuns, empresas ou ambos. O que se sabe até agora é que a proposta envolve recursos extras, sem alterar o funcionamento básico do aplicativo.

No Facebook e no Instagram, a discussão sobre planos pagos surge em meio a constantes mudanças nas ferramentas para criadores. A Meta investe em recursos de edição, publicação, análise de desempenho e inteligência artificial. A empresa vê nessas áreas uma oportunidade de oferecer diferenciais para quem busca maior produtividade ou deseja criar conteúdo de forma mais profissional.

Apesar das especulações, a Meta não apresentou uma lista oficial de funcionalidades. A empresa também não indicou se os planos premium terão integração entre as três plataformas ou se cada rede contará com um modelo próprio de assinatura. As informações disponíveis apontam apenas para a intenção de testar o formato, sem compromissos públicos com uma estrutura final.

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