Imagem ilustrativa dos signos. Foto: Freepik
Na busca por respostas sobre si mesmo ou até por orientação diante das incertezas do dia a dia, milhões de brasileiros recorrem à astrologia. Ler o horóscopo virou hábito, seja no jornal, em apps especializados ou nas redes sociais. Mas será que as previsões astrológicas são reais? E como saber qual é, de fato, o seu signo?
Antes de tudo, é importante entender que o signo solar, o mais conhecido por quem consome horóscopos, depende diretamente da data de nascimento.
É ele que você vê nos resumos diários ou semanais com conselhos sobre amor, trabalho e saúde. Para saber qual é o seu signo, basta checar o dia e o mês do seu nascimento, mas vale lembrar que, se você nasceu bem próximo à virada entre dois signos, pode ser necessário consultar um mapa astral completo.
Além do signo solar, o mapa astral considera outros pontos importantes, como o ascendente (que muda a cada duas horas) e a posição da Lua.
Esses dados só podem ser calculados com precisão se você souber o local e o horário exato do nascimento. A partir dessas informações, astrólogos montam um mapa que mostra onde estavam os planetas no momento em que você nasceu, o que, segundo essa tradição milenar, influencia diretamente sua personalidade, sua forma de se expressar e até como você lida com emoções.
Mesmo sem comprovação científica, a astrologia continua despertando o interesse de pessoas de todas as idades. E parte dessa confiança está no senso de identificação que muitas pessoas têm ao ler características ligadas ao seu signo.
Por exemplo, arianos são frequentemente descritos como impulsivos, enquanto cancerianos tendem a ser mais emotivos. Quando esses traços parecem bater com o que a pessoa sente, ela tende a acreditar mais.
Além disso, a astrologia cria uma linguagem acessível para temas muitas vezes subjetivos, como inseguranças, sonhos ou questões afetivas. Ela também oferece um sentido de ordem diante do caos da vida cotidiana. Para quem está passando por um momento difícil, ler uma previsão positiva pode trazer esperança, e isso, por si só, já gera impacto emocional.
As previsões, no entanto, variam bastante. Algumas são generalistas, outras mais profundas e personalizadas, feitas com base no mapa astral completo.
De toda forma, muitos estudiosos da área apontam que o horóscopo não deve ser visto como algo determinista, mas como uma ferramenta de reflexão. Ele ajuda a pensar em padrões comportamentais, ciclos e possibilidades, e não a prever acontecimentos com precisão matemática.
A astrologia também ganhou força nas redes sociais. Influenciadores astrológicos e perfis dedicados ao tema somam milhões de seguidores no Instagram, no TikTok e no YouTube.
Por fim, a crença nas previsões astrológicas pode ter mais a ver com experiência pessoal, intuição e significado emocional do que com comprovação científica. A astrologia, para muitos, funciona como um espelho simbólico: ela não dita o que vai acontecer, mas convida cada um a olhar para dentro e refletir sobre o que realmente sente.
Áries – de 21 de março a 20 de abril
Touro – de 21 de abril a 20 de maio
Gêmeos – de 21 de maio a 20 de junho
Câncer – de 21 de junho a 22 de julho
Leão – de 23 de julho a 22 de agosto
Virgem – de 23 de agosto a 22 de setembro
Libra – de 23 de setembro a 22 de outubro
Escorpião – de 23 de outubro a 21 de novembro
Sagitário – de 22 de novembro a 21 de dezembro
Capricórnio – de 22 de dezembro a 20 de janeiro
Aquário – de 21 de janeiro a 19 de fevereiro
Peixes – de 20 de fevereiro a 20 de março
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