Imagem ilustrativa de um Agente de Saúde comemorando aumento salarial. Foto: Reprodução/IA/Google Gemini
O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira, 10 de dezembro, que o salário mínimo brasileiro será reajustado para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026. O novo valor representa um aumento de R$ 103 em relação ao atual piso de R$ 1.518, o que corresponde a um reajuste de 6,79%. A mudança começa a valer oficialmente em janeiro, mas o trabalhador só percebe o novo valor no salário pago em fevereiro.
O anúncio tem impacto direto na renda de milhões de brasileiros e traz reflexos imediatos para categorias que possuem o salário atrelado ao piso nacional. Entre elas, estão os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE), que têm o piso salarial garantido por lei em dois salários mínimos desde 2023.
Com o novo valor confirmado, o piso nacional dessas categorias passa automaticamente para R$ 3.242. Esse ajuste ocorre de forma direta, já que a legislação vincula o salário-base dos agentes ao valor do salário mínimo vigente no país. Assim, sempre que o piso nacional sobe, o rendimento mínimo desses profissionais acompanha o reajuste.
O Governo Federal é responsável por repassar os recursos para custear o pagamento dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. No entanto, a formalização dos contratos e o pagamento dos salários ficam sob responsabilidade das prefeituras. Em alguns casos específicos, principalmente na área de endemias, o pagamento pode ocorrer por meio dos governos estaduais.
Essa dinâmica gera diferenças na organização da carreira entre os municípios. Embora o piso salarial seja o mesmo em todo o país, cada prefeitura define regras próprias para adicionais, progressões e benefícios, desde que respeite o valor mínimo determinado por lei.
Além do piso salarial nacional, muitos agentes recebem adicionais que complementam a renda mensal. Um dos mais comuns é o adicional de insalubridade. A maioria dos municípios concede esse valor, que costuma variar entre 10% e 20% do salário-base. O percentual exato depende de laudos técnicos elaborados pelas administrações locais, que avaliam as condições de trabalho dos profissionais.
Outro ponto que influencia a remuneração ao longo do tempo é a progressão salarial. Em alguns municípios, o agente recebe aumentos periódicos ligados ao tempo de serviço, como triênios ou quinquênios. Há também locais que adotam progressão por qualificação, quando o profissional comprova formação ou cursos na área. Essas regras não seguem um padrão nacional e dependem de leis municipais ou acordos locais. do piso à renda mínima nacional.
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