O robô "Neo", pronto para tarefas domésticas simples. Foto: Freepik
A empresa norueguesa 1X Tech anunciou o lançamento do robô humanoide chamado Neo. O modelo se destina ao uso doméstico e está disponível para pré-venda com entrega prevista para 2026.
Segundo o anúncio oficial, Neo custará US$ 20.000 (aproximadamente R$ 110.000 mil reais) para quem fizer compra antecipada. A companhia ainda prevê um modelo de assinatura no valor de US$ 499 por mês para aluguel do robô.
O robô mede cerca de 1,68 metro de altura, pesa aproximadamente 30 kg e conta com motores e tendões sintéticos para reproduzir movimentos humanos com mais segurança. Seu design permite que ele realize tarefas cotidianas consideradas de baixo risco, como dobrar roupas, organizar objetos leves, colocar utensílios na lava-louças e limpar superfícies.
A 1X Tech informa que Neo, nessa fase inicial, não manipulará objetos cortantes, muito pesados ou que envolvam calor alto, justamente para restringir os riscos. Outra característica importante é que, nas primeiras entregas, o robô operará sob controle remoto de um humano, com uso de óculos de realidade virtual, e não de forma totalmente autônoma.
O lançamento marca o início de um movimento que empresas de robótica e inteligência artificial chamam de “IA física” ou robôs que atuam diretamente em ambientes residenciais, e não apenas em telas ou servidores. A empresa pretende usar dados coletados nas casas dos primeiros usuários para treinar versões futuras do robô com grau maior de autonomia.
Para o consumidor brasileiro, há observações a considerar: no momento, a venda está direcionada aos Estados Unidos e parte da Europa, e a entrega para o Brasil ainda não tem previsão clara. Além disso, importar o robô implica custos adicionais elevados, como frete, taxas de importação e possíveis adaptações técnicas, o que pode tornar o valor bem mais alto para o Brasil.
Especialistas ouvidos por veículos de tecnologia lembram que, embora a proposta seja inovadora, o robô ainda apresenta limitações práticas: o tempo de execução de tarefas pode ser lento, a adaptação a ambientes domésticos complexos ainda está em fases iniciais e há implicações de segurança e privacidade que o usuário deve avaliar.
A proposta de ter um assistente robótico doméstico, alguém (ou algo) que dobre roupas, limpe e organize o ambiente passa a ser mais concreta com Neo. O caminho para sua adoção em massa porém ainda exige redução de custos, aumento de autonomia, compatibilidade local e garantia de suporte técnico em cada país.
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