O que osnternautas pesquisam? Foto: Freepik
Analisar as pesquisas realizadas desde outubro de 2025 nos permite entender a evolução das prioridades humanas. Em primeiro lugar, o tema que mais cresceu nesse período foi o Biohacking Acessível. Se antes o termo era restrito a bilionários do Vale do Silício, o lançamento de anéis inteligentes de baixo custo e adesivos de monitoramento de glicose para não-diabéticos democratizou o assunto. De fato, entre novembro e dezembro, o interesse por "otimização mitocondrial" e "higiene de luz azul" bateu recordes, superando buscas tradicionais sobre dietas de final de ano.
O auge dos agentes de IA personalizados em novembro
Durante o mês de novembro de 2025, o Google e as redes sociais registraram um pico de curiosidade sobre os chamados "Agentes de IA de Tarefa Única". Além disso, o público deixou de perguntar coisas genéricas para as IAs e passou a buscar como criar assistentes que gerenciam agendas, finanças e até compras de supermercado de forma autônoma. Nesse sentido, portais de tecnologia como o TechCrunch e o Mega Curioso observaram que a grande dúvida dos usuários mudou de "como usar a IA" para "como dar autonomia total para minha IA", marcando uma mudança de paradigma na produtividade diária.
A curiosidade sobre o clima e as "férias de inverno resilientes"
Com a chegada de janeiro de 2026, a curiosidade climática tomou um novo rumo. Em vez de apenas pesquisar sobre aquecimento global, o internauta passou a buscar por destinos de viagem baseados em "resiliência climática". Dessa forma, houve um aumento súbito na busca por cidades que possuem infraestrutura sustentável e temperaturas estáveis, fugindo dos extremos meteorológicos que marcaram o final de 2024. Consequentemente, o turismo de isolamento em áreas preservadas tornou-se um dos tópicos mais clicados, refletindo um desejo coletivo de reconexão com a natureza intocada.
O fenômeno da "crise da autenticidade" nas redes
Contudo, o dado mais intrigante detectado entre outubro e janeiro foi o crescimento das buscas sobre como identificar conteúdos gerados por máquinas. Nesse contexto, o público desenvolveu uma curiosidade aguçada — quase uma paranoia saudável — sobre o que é real. Termos como "detectores de Deepfake" e "verificação de voz humana" subiram 150% no ranking de pesquisas. Esse movimento indica que, após o encantamento inicial com a sociedade entrou em uma fase de cautela, valorizando mais do que nunca o contato humano genuíno e as experiências "olho no olho".
O que esperar para os próximos meses de 2026
Ao observarmos essa trajetória de quatro meses, percebemos que a curiosidade humana está se tornando mais pragmática e voltada para o bem-estar pessoal. Assim sendo, a tecnologia deixou de ser o fim para se tornar o meio pelo qual buscamos uma vida mais longa e segura. Portanto, o comportamento de busca neste início de ano sugere que o consumidor está mais informado e exigente, priorizando a transparência digital e a saúde física acima de meros modismos tecnológicos passageiros.
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O fato ganhou destaque em relatos históricos e passou a aparecer com frequência quando se tenta explicar a origem do medo coletivo ligado à data.
A leitura sugere menos impulsividade e mais planejamento, com destaque para conversas diretas e busca por estabilidade emocional.
Sorteio de 12/02 não teve ganhador dos sete números e distribuiu prêmios para milhares de apostas nas demais faixas.
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