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Piso nacional dos professores pode chegar a R$ 5.130 com possível reajuste de 5,6%; entenda

Para a categoria, o novo valor sinaliza uma correção mais próxima da inflação e do custo real enfrentado pelos profissionais.

Redação

21 de janeiro de 2026 às 14:01   - Atualizado às 14:03

Piso dos professores reajuste para 2026.

Piso dos professores reajuste para 2026. Foto: Divulgação

O governo federal vai anunciar nesta quarta-feira, 21 de janeiro, o novo valor do piso salarial dos professores da educação básica, com previsão de aumento que pode elevar o salário para cerca de R$ 5.130 em uma jornada de 40 horas semanais. A assinatura da mensagem ao Congresso Nacional, que encaminha a Medida Provisória sobre o reajuste, ocorre às 15h, no Palácio do Planalto, sob coordenação do Ministério da Educação.

A expectativa dentro do governo aponta para um reajuste de 5,4%, percentual que representa um avanço relevante em relação ao índice automático que vinha sendo aplicado. Para a categoria, o novo valor sinaliza uma correção mais próxima da inflação e do custo real enfrentado pelos profissionais da educação básica.

Atualmente, o piso nacional do magistério está fixado em R$ 4.867,77 para professores com carga horária de 40 horas semanais. Esse valor serve como referência mínima para redes estaduais e municipais em todo o país. Com a aplicação do reajuste em torno de 5,4%, o salário base deve ter um acréscimo aproximado de R$ 262,86, levando o piso para um patamar próximo de R$ 5.130.

Fórmula antiga x fórmula nova

Esse novo valor altera do cenário projetado anteriormente. Pelas regras automáticas que vigoraram nos últimos anos, o reajuste previsto para 2026 ficaria em apenas 0,37%. Caso esse índice fosse mantido, o piso subiria para cerca de R$ 4.885,87, com aumento mensal pouco superior a R$ 18. Professores de diferentes regiões consideraram esse valor insuficiente até mesmo para cobrir despesas básicas do dia a dia.

O reajuste mais robusto resulta de uma mudança no cálculo adotado pelo Ministério da Educação. O novo modelo combina a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, com parte do crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb. O INPC de 2025 fechou em 3,90%. A esse percentual, o MEC soma 50% da média de crescimento das receitas do Fundeb nos últimos cinco anos, que chega a cerca de 1,50%.

A soma desses dois indicadores leva o reajuste total para 5,4%, índice que sustenta a projeção do novo salário em torno de R$ 5.130. Dentro do governo federal, técnicos trabalham com a possibilidade de variação próxima a 5,6%, o que manteria o piso nesse mesmo patamar. A definição final consta no texto da Medida Provisória enviada ao Congresso Nacional.

O impacto do novo salário vai além do valor mensal recebido pelos professores. O piso nacional serve como referência para planos de carreira, gratificações e reajustes em cascata dentro das redes públicas. Em muitos municípios, o aumento do piso provoca ajustes automáticos em toda a estrutura salarial do magistério, ampliando o alcance da medida.

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