Pastor sul-africano previu fim do mundo em 23/9. Créditos: Reprodução/Redes sociais
O pastor sul-africano Joshua Mhlakela ganhou destaque nas redes sociais ao afirmar que o mundo acabaria nesta terça-feira, 23 de setembro de 2025. Segundo ele, teria recebido em sonhos uma revelação de que Jesus Cristo retornaria para o arrebatamento, levando os fiéis ao céu e deixando os descrentes para trás em meio ao caos.
Em entrevista ao canal CENTTWINZ TV no YouTube, Mhlakela contou que viu Jesus “sentado em seu trono”, anunciando que seu retorno aconteceria entre os dias 23 e 24 de setembro. O pastor também relatou visões de “seres poderosos” que perseguiriam quem permanecesse na Terra após o arrebatamento.
O arrebatamento é um conceito cristão que representa o momento em que os seguidores de Jesus seriam levados ao céu, conforme mencionado em 1 Tessalonicenses 4:17: “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” Apesar da popularidade entre alguns grupos, essa doutrina é relativamente recente, tendo surgido no século 19, e não é aceita universalmente entre as denominações cristãs.
A previsão de Mhlakela viralizou especialmente no TikTok e no X (antigo Twitter), gerando reações que vão do temor à ironia e ao ceticismo. Pessoas questionaram a veracidade da profecia, apontando a falta de evidências e chamando a atenção para o histórico de falsas previsões sobre o fim do mundo.
Uma pesquisa internacional indicou que 61% dos líderes religiosos ligados ao cristianismo evangélico acreditam no arrebatamento. Contudo, muitos líderes e especialistas ressaltam que essa ideia é uma interpretação moderna e controversa, muitas vezes alimentada por teorias conspiratórias.
A previsão de Mhlakela se soma a uma longa lista de profecias de fim do mundo que já foram descartadas em diferentes épocas. O fenômeno de previsões falsas atrai atenção das mídias e gera debates sobre fé, medo e desinformação.
Especialistas em religião e em comunicação reforçam a importância de verificar informações antes de acreditar ou compartilhar teorias do apocalipse. O uso de símbolos religiosos para fins alarmistas pode causar pânico desnecessário e confusão.
A crença no juízo final tem impacto significativo entre grupos religiosos durante períodos de instabilidade social e política, criando um terreno fértil para interpretações apocalípticas que ganham tração nas redes.
Plataformas como TikTok e X amplificam rapidamente essas mensagens, permitindo que teorias conspiratórias alcancem grandes audiências em pouco tempo, especialmente entre jovens e pessoas mais suscetíveis a narrativas sensacionalistas.
Enquanto muitos buscam respostas para as incertezas do presente, o episódio reforça a necessidade do diálogo que equilibre fé, ciência e racionalidade para evitar o impacto negativo de profecias infundadas.
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