Acariciar cães revela traços emocionais profundos. Foto de Kate Gu na Unsplash
É quase impossível encontrar alguém que, ao ver um cachorro, não sinta vontade de acariciá-lo. No entanto, essa atitude aparentemente simples vai além de uma demonstração de afeto. Segundo a psicologia, o ato frequente de acariciar cães está ligado a aspectos emocionais e padrões comportamentais importantes do ser humano.
Estudos conduzidos por pesquisadores das Universidades da Flórida, Carroll e Marquette mostram que o contato físico com cães provoca alívio imediato do estresse e promove uma sensação de acolhimento. Durante o toque, o corpo humano libera ocitocina, o chamado "hormônio do amor", responsável por fortalecer vínculos afetivos e gerar bem-estar.
Além da ocitocina, acariciar cães reduz os níveis de cortisol, o hormônio ligado ao estresse. Esse efeito contribui para baixar a pressão arterial e equilibrar a frequência cardíaca, funcionando como uma espécie de relaxante natural para a mente e o corpo.
Pessoas que têm o hábito frequente de acariciar cães costumam ter traços de personalidade marcados por empatia, sensibilidade e sociabilidade. Esse comportamento indica uma maior facilidade para estabelecer conexões emocionais profundas e uma maior abertura para o vínculo afetivo, não apenas com animais, mas também com outros seres humanos.
A psicologia também aponta que a interação com cães pode representar a capacidade humana de constituir relações afetivas que ultrapassam a espécie. Esse contato fortalece a sensação de pertencimento, segurança e responsabilidade afetiva, importantes para a saúde mental.
Quem gosta de acariciar cães frequentemente apresenta maior facilidade para socializar. Esse gesto pode funcionar como um facilitador de interações sociais, aproximando pessoas em ambientes públicos e criando uma atmosfera mais acolhedora e amigável.
Animais de companhia impõem uma rotina saudável aos seus tutores, obrigando-os a manter horários para passeios, alimentação e cuidados. Esse cumprimento de tarefas ajuda a estruturar o dia a dia, beneficiando principalmente pessoas que enfrentam dificuldades emocionais.
A interação com cães está associada à melhoria de sintomas de ansiedade, depressão e solidão. O toque e o contato proporcionam relaxamento e conforto, criando uma espécie de terapia natural e acessível.
Para algumas pessoas, acariciar cães pode ser uma resposta a sentimentos de insegurança, solidão ou estresse. Esse comportamento é uma forma de suprir necessidades emocionais e buscar apoio afetivo de uma maneira segura e reconfortante.
Indivíduos que têm facilidade para demonstrar afeto pelos animais geralmente valorizam atividades ao ar livre e contato com a natureza, o que contribui ainda mais para o equilíbrio mental e físico.
Acariciar um cão é mais que um gesto de carinho; é um reflexo da personalidade sensível, solidária e paciente de quem pratica. Essa ação revela um universo interno onde o cuidado, a empatia e a busca por conexão significativa ocupam lugar central.
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