NASA intensifica buscas por vida extraterrestre. Imagem gerado por IA
A NASA vive um momento histórico: seis décadas após enviar a Mariner 4 a Marte, a agência norte-americana intensifica explorações que podem mudar para sempre a noção de vida no universo. Pesquisas recentes trazem respostas inéditas – e ainda mais perguntas – sobre nossos vizinhos cósmicos.
Na cratera Jezero, o rover Perseverance identificou minerais e compostos orgânicos em rochas como a Chevaya Falls, sugerindo possíveis bioassinaturas.
A confirmação definitiva, no entanto, depende de análises laboratoriais na Terra – etapa considerada crucial por especialistas como Rosaly Lopes, da própria NASA.
Para além de Marte, a Dragonfly será lançada entre 2028 e 2029 rumo a Titã, a maior lua de Saturno.
Com chegada da nave prevista para 2034, a expectativa científica é altíssima, colocando Titã no centro da astrobiologia mundial.
Enquanto isso, a sonda Psyche já está em atividade, estudando um asteroide metálico e observando corpos interestelares que podem explicar o surgimento de outros sistemas planetários.
Outra revolução silenciosa acontece no programa Artemis. Programada para o início de 2026, a missão terá Christina Koch como parte de um grupo de quatro astronautas que orbitarão a Lua – feito inédito desde os anos 70.
Com investimento de US$ 10 bilhões, o James Webb segue revolucionando a observação do cosmos:
A NASA não apenas procura micro-organismos ou fósseis cósmicos. Cada dado colhido em Marte, Titã, asteroides ou exoplanetas ajuda a responder perguntas fundamentais:
Além disso, a presença de astronautas de diferentes origens, gêneros e especializações fortalece a legitimidade, representatividade e potencial científico dessas jornadas espaciais.
A comunidade científica mundial acompanha atentamente:
Os avanços não só abrem caminho para respostas existenciais, mas também impulsionam tecnologias de ponta, educação e a própria geopolítica do espaço:
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