Mãe indiana revela como está sua vida hoje Foto: Reprodução/Rede Social
Cinco anos após ter se tornado a mulher mais velha do mundo a dar à luz, Erramatti Mangayamma, hoje com 79 anos, vive uma rotina marcada por resiliência, espiritualidade e dedicação integral às filhas gêmeas, Rama Tulasi e Uma Tulasi. A indiana ganhou destaque internacional em 2019 ao engravidar por fertilização in vitro aos 74 anos, em Andhra Pradesh, quebrando recordes e gerando debates globais sobre maternidade tardia.
Na época, a gestação chamou atenção pelo fato de ter ocorrido 30 anos após a menopausa, graças a um procedimento realizado com óvulos doados e o sêmen do marido, Raja Rao. As duas meninas nasceram por cesárea, e Erramatti chegou a ser levada à UTI para se recuperar do esforço, mas tanto ela quanto as bebês receberam alta sem complicações graves.
Hoje, porém, a realidade da família é diferente. Erramatti criou as filhas praticamente sozinha desde que seu marido morreu apenas doze meses após o nascimento das gêmeas. Raja Rao sofreu uma parada cardíaca e não resistiu, deixando a esposa e as meninas com apenas um ano de idade.
“É muito difícil para mim falar sobre isso”, disse Erramatti à imprensa local. “Ele só teve 12 meses com as meninas, mas pelo menos pôde experimentar a paternidade antes de partir.”
Apesar do luto e da idade avançada, ela afirma que conseguiu estruturar sua vida para cuidar das filhas. O período mais desafiador, segundo ela, foi o início da maternidade. Por orientação médica, Erramatti não amamentou as gêmeas para evitar riscos à própria saúde, recorrendo a bancos de leite. As noites em claro e o cansaço foram intensos, mas ela encontrou apoio na meditação para atravessar a fase.
Hoje, aos 79 anos, Erramatti relata estar bem de saúde e assegura que as meninas também se desenvolvem normalmente. Ainda assim, ela afirma já ter organizado quem assumirá a tutela das filhas caso algo aconteça com ela enquanto ainda forem crianças ou adolescentes.
A história de Erramatti Mangayamma segue despertando curiosidade internacional não apenas por seu recorde, mas pela forma como ela reconstruiu sua vida após a gestação tardia, equilibrando maternidade solo, espiritualidade e planejamento para o futuro das filhas.
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