Rodovia de mais de 4.600 km que conecta 280 cidades em dez estados. Créditos: Divulgação/Reprodução
A BR-116 começa em Fortaleza, atravessa o Brasil de ponta a ponta e termina em Jaguarão, na fronteira com o Uruguai. São aproximadamente 4.660 km cortando dez estados — do Nordeste ao Sul — e conectando centenas de municípios.
Os primeiros trechos surgiram nos anos 1930, ligando cidades cearenses a cidades da Bahia. Na década de 1940, chegou ao Rio de Janeiro. Na década seguinte, avançou até São Paulo, formando o eixo principal que hoje conhecemos.
Cada trecho ganhou apelidos regionais: o coração da estrada entre São Paulo e Rio se chama Presidente Dutra, entre Curitiba e SP é a Régis Bittencourt, e no Nordeste até o Rio, é conhecida como Santos Dumont, nomes que refletem as memórias locais e a história de cada trecho.
Essa rodovia não é apenas extensão geográfica: ela transporta escoamento de produtos, passageiros, culturas e histórias. E o tráfego intenso em trechos estratégicos mostra o quanto o país depende dela.
A BR-116 une capitais como Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e muitas outras. Mas seu alcance vai além: pequenas cidades, vilarejos e polos agroindustriais também dependem dessa via para sobreviver e crescer.
Alguns trechos foram concedidos à iniciativa privada, o que ajudou na pavimentação e manutenção. Ainda assim, muitos trechos permanecem em pista simples, com necessidade contínua de investimentos para duplicação e sinalização.
Como maior rodovia pavimentada do país, a BR-116 sustenta uma rede de transportes essencial tanto para o comércio urbano quanto para o rural. Ela é a via pela qual circula grande parte da economia rodoviária nacional.
A estrada influencia a vida diária de milhões de brasileiros. Ela é rota de acesso a empregos, escola, saúde, lazer. Fruto de sua presença em roteiros que atravessam comunidades de todos os portes.
Percorrer a BR-116 é como ler um livro sobre o Brasil: ela traz paisagens deslumbrantes e desafios urbanos, infraestrutura moderna e zonas esquecidas, progresso e urgências, tudo em um mesmo caminho.
Para quem visita ou utiliza a estrada com frequência, planejar bem a rota é essencial. Paradas estratégicas, atenção às condições climáticas e conhecimento dos trechos mais críticos contribuem para segurança e tranquilidade.
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Fonte: OpenWeather
O fato ganhou destaque em relatos históricos e passou a aparecer com frequência quando se tenta explicar a origem do medo coletivo ligado à data.
A leitura sugere menos impulsividade e mais planejamento, com destaque para conversas diretas e busca por estabilidade emocional.
Sorteio de 12/02 não teve ganhador dos sete números e distribuiu prêmios para milhares de apostas nas demais faixas.
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