Foliões Foto: FreePik
O Carnaval é o período mais aguardado do ano para muitos brasileiros, mas, juridicamente, a festa exige cautela para quem não quer comprometer a carreira. Em 2026, a dúvida sobre se a data é feriado ou ponto facultativo continua a gerar confusão nos departamentos de recursos humanos e entre os colaboradores. Manter a soberania do contrato de trabalho durante os dias de folia é essencial para evitar surpresas desagradáveis na volta ao expediente, como advertências ou até a perda do emprego.
A primeira regra que o trabalhador deve compreender é que o Carnaval não é um feriado nacional. De acordo com informações do portal G1, a data só é considerada feriado se houver uma lei estadual ou municipal específica que o determine. Em cidades onde não existe essa legislação, o dia de trabalho é normal, a menos que a empresa decida liberar os funcionários. Segundo o portal UOL, no caso de feriado local, quem trabalhar tem direito a receber o dia em dobro ou compensar com uma folga posterior, mantendo a trajetória de respeito à legislação trabalhista vigente.
Um dos maiores erros cometidos pelos foliões é apresentar atestado médico para curtir os blocos. Conforme aponta o portal Terra, se um trabalhador for flagrado em festas após entregar um documento de incapacidade, ele pode ser demitido por justa causa por má-fé e quebra de confiança. Outro ponto de atenção é o comparecimento ao trabalho sob efeito de álcool. De acordo com a revista Exame, chegar para trabalhar de "virote" (sem dormir e embriagado) coloca em risco a segurança do ambiente e pode resultar em suspensão imediata, comprometendo a soberania da conduta profissional do indivíduo.
Muitas empresas flexibilizam o uso de roupas casuais ou até abadás durante a semana pré-carnavalesca, mas isso deve ser acordado previamente. Segundo o portal Ne10, o uso de fantasias sem autorização pode ser visto como desrespeito ao código de conduta da organização. Além disso, a trajetória digital do trabalhador também deve ser vigiada; postagens em redes sociais que denigram a imagem da empresa ou de colegas durante a folia podem ser usadas como prova em processos disciplinares. Conforme indica o Diário de Pernambuco, a vida privada é livre, desde que não fira os princípios éticos estabelecidos no contrato de trabalho.
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