Durante um eclipse, a Lua ou a Terra bloqueia a luz do Sol, criando fenômenos visíveis de diferentes formas e intensidades. Foto: Freepik
Entre 2026 e 2028, o céu vai registrar uma sequência de eclipses que promete chamar atenção de astrônomos e do público em geral. Durante esse período, ocorrerão eclipses solares totais, anulares e lunares, cada um oferecendo experiências diferentes de observação.
O primeiro evento significativo acontece em 17 de fevereiro de 2026, com um eclipse solar anular. Nesse fenômeno, a Lua não cobre completamente o Sol, formando o conhecido “anel de fogo”. A NASA indica que o eclipse será totalmente visível na Antártica, enquanto regiões da África, América do Sul e Oceano Índico poderão acompanhá-lo de forma parcial.
Pouco depois, em 3 de março de 2026, ocorrerá um eclipse lunar total. A Terra projetará sua sombra sobre a Lua, tornando-a completamente escura por alguns minutos. Esse eclipse poderá ser observado em grande parte das Américas, na Ásia, na Austrália e em algumas ilhas do Pacífico.
No dia 12 de agosto de 2026, o céu se prepara para um eclipse solar total. A Lua cobrirá o Sol completamente, criando uma faixa de totalidade que cruzará Groenlândia, Islândia, Espanha e Rússia. Algumas regiões da Europa, África e América terão apenas a visão parcial do fenômeno.
Em 2027, a sequência de eclipses continua. No dia 6 de fevereiro, um eclipse solar anular será visível em partes da América do Sul, incluindo regiões do Brasil, além de alcançar a África meridional e a Antártida. Já em 2 de agosto de 2027, um eclipse solar total ocorrerá, com totalidade passando por áreas da África, Europa e Ásia, oferecendo um espetáculo de longa duração em alguns pontos.
Em 2028, o calendário astronômico reserva mais dois eventos. Em 26 de janeiro, um eclipse solar anular será visível em partes da América, Europa Ocidental e África, formando novamente o “anel de fogo”. Além disso, em 12 de janeiro de 2028, ocorrerá um eclipse lunar parcial, perceptível em regiões da América, Europa e África, quando apenas parte da Lua entra na sombra da Terra.
Cada um desses eclipses oferece oportunidades únicas de observação e estudo. Durante os eclipses solares totais, pesquisadores conseguem analisar a coroa solar, a camada externa do Sol enquanto os eclipses lunares ajudam a compreender a interação entre a Terra, a Lua e a luz solar. Para o público leigo, os fenômenos são momentos de contemplação e curiosidade científica, que aproximam as pessoas da dinâmica do Universo.
Mesmo sendo eventos previsíveis, a experiência de observar um eclipse permanece especial. Dependendo da localização geográfica, o fenômeno pode aparecer total, parcial ou anular, tornando cada observação única. Entre 2026 e 2028, o céu convida a todos a acompanhar essas mudanças e refletir sobre a relação entre ciência, natureza e cultura.
3
06:04, 13 Fev
24
°c
Fonte: OpenWeather
Sorteio de 12/02 não teve ganhador dos sete números e distribuiu prêmios para milhares de apostas nas demais faixas.
Sorteio de quinta-feira em São Paulo não tem ganhadores em sete e seis acertos e mantém valor acumulado.
Sorteio realizado em São Paulo não teve ganhador na faixa principal e distribuiu valores para 5 e 4 acertos.
mais notícias
+