Técnica que utiliza estruturas pré-fabricadas promete entregar casas em até 60 dias, com montagem em tempo record, reduzindo desperdícios e custos totais.
Projeção de casa fabricada com conteiners. Projeto: Eduardo Petry/Homifi
A soberania do tijolo e cimento nas obras brasileiras começa a ser desafiada por uma trajetória mais ágil e sustentável: a construção modular. O uso de contêineres e estruturas pré-fabricadas deixou de ser uma tendência de nicho para se tornar uma solução viável para quem busca rapidez e previsibilidade financeira. De acordo com informações do portal G1, o setor de construção modular no Brasil registrou um crescimento de 20% no último ano, impulsionado pela demanda por residências que podem ser montadas em uma fração do tempo de uma obra convencional.
O grande diferencial da construção modular é a capacidade de abreviar cronogramas. Enquanto uma casa de alvenaria pode levar mais de um ano para ser concluída, uma residência em contêiner pode ser entregue em até 60 dias. Segundo o portal UOL, isso ocorre porque cerca de 80% do processo é realizado dentro de fábricas, sob condições controladas, evitando atrasos causados por chuvas ou falta de materiais. Conforme indica a revista Exame, essa trajetória industrial garante uma soberania maior sobre a qualidade do acabamento e reduz o desperdício de insumos em até 70%.
Morar em um contêiner exige um planejamento técnico rigoroso, especialmente no que diz respeito ao conforto térmico e acústico. De acordo com o portal Terra, a trajetória de adaptação dessas estruturas envolve o uso de revestimentos como lã de rocha ou gesso acartonado para garantir que a casa não sofra com as variações climáticas brasileiras. Conforme aponta o portal Ne10, o reaproveitamento de unidades de transporte de carga é visto como uma prática de economia circular, conferindo à construção modular uma soberania ética para consumidores preocupados com o meio ambiente.
Apesar das vantagens, o custo inicial pode ser semelhante ao da alvenaria de alto padrão devido aos materiais de isolamento. No entanto, a economia surge na redução da mão de obra e na ausência de custos imprevistos. Segundo a CNN Brasil, bancos e instituições financeiras já começaram a criar linhas de crédito específicas para construções modulares e secas (como o steel frame), facilitando a trajetória de quem deseja sair do aluguel com rapidez. De acordo com a Folha de Pernambuco, essa modalidade de moradia tem ganhado força especialmente em áreas litorâneas e de campo, onde a logística de uma obra comum seria complexa e demorada.
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