Baú do Milhão. Foto: Divulgação
O Baú do Milhão, marca pernambucana, começou suas operações com a proposta de unir solidariedade e oportunidade por meio da compra de títulos de capitalização. A iniciativa atua de forma totalmente digital e promete alcançar um público cada vez maior no estado.
O Baú do Milhão realiza neste sábado, 6 de dezembro, o seu primeiro sorteio oficial, marcando a estreia da marca que já mobiliza participantes de todo o país. A premiação principal será de R$ 300 mil, além de outros prêmios instantâneos de até R$ 60 mil.
Você pode concorrer aos prêmio comprando títulos por R$ 3,29. O valor busca tornar o acesso mais simples e atrativo para quem deseja participar sem comprometer o orçamento. O processo de compra ocorre exclusivamente pelo site da marca, o que permite uma experiência rápida e sem burocracia. A plataforma concentra todas as informações sobre os sorteios, regulamento e formas de acompanhamento dos resultados.
A mecânica inclui ainda o Baú Premiado, um jogo integrado ao sistema que distribui “chaves” digitais. Essas chaves podem liberar valores extras, dependendo da sorte de cada participante.
A iniciativa escolheu apoiar a Grendacc, o Grupo em Defesa da Criança com Câncer, como primeira beneficiada. A instituição tem 30 anos de história e reconhecida atuação no atendimento gratuito a crianças e adolescentes em tratamento oncológico. O trabalho da entidade envolve consultas em várias especialidades, como oncologia, ortopedia, neurologia, nefrologia e cardiologia. O objetivo é garantir dignidade, acompanhamento contínuo e melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares.
A marca nasceu dentro do Grupo Federal Energia, uma distribuidora de combustíveis que acumula mais de 25 anos de atuação no país. A empresa descreve o Baú do Milhão como um projeto alinhado à ideia de responsabilidade social e ao desejo de contribuir para um futuro mais justo. A proposta aposta em títulos acessíveis, prêmios semanais de alto valor e benefícios diretos para instituições filantrópicas.
O interesse por esse tipo de produto cresceu muito nos últimos anos no Brasil. A regulamentação da filantropia premiável, prevista na Lei nº 14.332/2022 e na Resolução CNSP nº 384/2020, definiu que o direito de resgate dos títulos deve ser transferido para instituições sociais. Dessa forma, a modalidade se consolidou como uma alternativa de captação de recursos para entidades sem fins lucrativos e, ao mesmo tempo, como uma opção de entretenimento solidário para os consumidores.
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