Arábia Saudita anuncia construção da Rise Tower. Foto: Reprodução
A Arábia Saudita revelou os planos para erguer aquele que poderá se tornar o edifício mais alto do mundo, a Rise Tower, um arranha-céu de 2 mil metros de altura. O projeto, que dobrará a marca do atual recordista Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros, simboliza mais um passo na transformação urbana e econômica conduzida pelo príncipe herdeiro Mohammad bin Salman.
A torre, que terá 678 andares, será construída no coração de Riad, capital do país, e integra o ambicioso Vision 2030, programa que busca reduzir a dependência do petróleo e consolidar a Arábia Saudita como um centro global de turismo, tecnologia e negócios.
O projeto da Rise Tower está na fase final de planejamento. Segundo autoridades locais, o Fundo de Investimento Público (PIF) já iniciou o processo de seleção de empresas internacionais para gerenciar as próximas etapas da obra. O investimento estimado gira em torno de R$ 28 bilhões, um valor que reflete a grandiosidade da construção e o desejo saudita de atrair olhares do mundo inteiro.
A concepção arquitetônica da torre é assinada pelo renomado escritório Foster + Partners, o mesmo responsável por obras icônicas como a sede da Apple, na Califórnia, e o novo aeroporto de Amã, na Jordânia. A estrutura promete se tornar um novo cartão-postal da capital saudita, com design moderno, tecnologia de ponta e soluções sustentáveis integradas à construção.
De acordo com o planejamento inicial, a Rise Tower abrigará hotéis de luxo, restaurantes, centros de lazer e espaços de entretenimento. A proposta segue o modelo do Burj Khalifa, mas em uma escala ainda mais ambiciosa, com foco em oferecer experiências exclusivas para turistas e empresários.
O arranha-céu será o ponto central do chamado “Projeto Polo Norte”, uma das iniciativas urbanas mais ousadas do Vision 2030. Essa transformação busca redefinir a paisagem de Riad, tornando a capital um polo internacional comparável a metrópoles como Dubai, Nova York e Singapura.
A Rise Tower representa, para o governo saudita, mais do que um feito arquitetônico. O empreendimento simboliza o avanço tecnológico e a capacidade do país em liderar megaprojetos de infraestrutura e inovação.
Segundo fontes ligadas ao projeto, a torre será equipada com sistemas inteligentes de energia, ventilação e transporte interno, garantindo eficiência e menor impacto ambiental, um ponto que se tornou prioridade nas obras recentes da Arábia Saudita.
O novo edifício se soma a uma lista crescente de megaprojetos que têm redefinido o território saudita. Entre eles está o Aeroporto Internacional Rei Salman, que promete ser um dos maiores do planeta. Outro destaque é NEOM, uma megacidade orçada em R$ 2,8 trilhões, concebida para funcionar inteiramente com energia renovável.
Há ainda THE LINE, uma cidade linear e futurista de 170 km, sem ruas e sem carros, totalmente guiada por inteligência artificial, além de um resort de esqui de luxo no deserto, iniciativa que desafia as condições climáticas da região.
Esses projetos demonstram o esforço do país em atrair investidores, turistas e empresas internacionais, ao mesmo tempo em que reposiciona sua imagem no cenário global.
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