Adeus cadeira de plástico. Foto: Freepik
Durante décadas, a cadeira de plástico marcou presença em casas, escolas, igrejas, eventos e áreas externas em todo o Brasil. Barata, leve e fácil de encontrar, ela se tornou quase obrigatória em qualquer ambiente coletivo.
No entanto, esse cenário começa a mudar. Uma verdadeira revolução no mercado de móveis promete aposentar, aos poucos, a tradicional cadeira de plástico, oferecendo mais conforto, maior durabilidade e melhor custo-benefício a longo prazo.
O principal problema da cadeira de plástico está na sua baixa resistência. Com o tempo, o material resseca, quebra com facilidade e perde a estabilidade, aumentando o risco de acidentes.
Além disso, muitas pessoas reclamam do desconforto, já que esse tipo de cadeira não respeita a postura do corpo e causa dores após longos períodos de uso. Outro ponto cada vez mais debatido é o impacto ambiental, já que o plástico demora centenas de anos para se decompor.
Diante disso, novas alternativas vêm ganhando espaço e chamando a atenção do consumidor. Cadeiras feitas de madeira tratada, metal, bambu, fibras naturais e até materiais reciclados aparecem como opções mais modernas e eficientes. Esses modelos oferecem estrutura mais firme, melhor apoio para as costas e vida útil muito superior à das cadeiras de plástico comuns.
A madeira, por exemplo, se destaca pela resistência e pelo visual agradável. Quando bem tratada, pode ser usada tanto em ambientes internos quanto externos. Já as cadeiras de metal, especialmente de alumínio ou aço, são muito duráveis, fáceis de limpar e suportam grande peso sem deformar. Elas são bastante usadas em escolas, auditórios e áreas comerciais.
Outra tendência forte é o uso de bambu e fibras naturais, materiais renováveis que unem sustentabilidade e conforto. Leves e resistentes, essas cadeiras são cada vez mais vistas em varandas, áreas de lazer e ambientes residenciais. Para quem busca praticidade, há também modelos dobráveis com estrutura metálica e assento em tecido, ideais para eventos e reuniões, substituindo com vantagem as cadeiras plásticas.
Além do conforto e da durabilidade, o custo a longo prazo pesa na decisão. Embora uma cadeira de plástico seja mais barata no momento da compra, ela costuma quebrar rápido e precisa ser substituída com frequência. Já uma cadeira de madeira ou metal pode durar anos, reduzindo gastos e evitando desperdício.
Outro fator importante é a segurança. Cadeiras mais robustas oferecem melhor equilíbrio e reduzem o risco de quedas, especialmente para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Esse cuidado tem levado escolas, igrejas e espaços públicos a repensarem o uso do plástico como principal opção.
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