Aparelhos em modo stand-by, como carregadores, TVs e micro-ondas, podem aumentar seu gasto anual e dificultar o controle do orçamentoentenda como agir para economizar de verdade!
Veja como TVs, micro-ondas e carregadores consomem energia mesmo desligados. Imagem IA
À primeira vista, pareceria que basta desligar os aparelhos da tomada para encerrar o consumo de energia. Porém, muitos dispositivos continuam sugando eletricidade mesmo quando estão aparentemente inativos. Esse fenômeno recebe o nome de consumo fantasma ou modo stand-by e, segundo especialistas, pode representar um gasto extra de até R$ 240 por ano para famílias brasileiras.
O desafio está em perceber esse consumo silencioso, já que não há sinais visíveis, como luzes acesas ou ruídos. Entretanto, ele pesa no orçamento, especialmente em tempos de contas de luz imprevisíveis devido ao calor intenso e ao maior uso de geladeiras, ventiladores e outros eletrodomésticos.
Apesar de inativos, muitos aparelhos mantêm módulos operacionais internos funcionando em modo de espera. Sensores, painéis digitais e circuitos eletrônicos ficam prontos para a próxima ativação, garantindo resposta rápida ao toque, mas também provocando gasto contínuo de energia.
Esse consumo, acumulado 24 horas por dia, se multiplica ao longo dos meses. Mesmo alguns poucos watts viram uma surpresa desagradável na conta anual.
Veja os aparelhos que mais costumam drenar energia quando “desligados”:
Muitas vezes, diversos equipamento permanecem conectados à rede elétrica por semanas ou meses, tornando o acúmulo de desperdício ainda maior.
O consumo fantasma é discreto, mas pode ser percebido pelo número de aparelhos plugados sem necessidade, especialmente à noite ou durante viagens. Observe onde estão painéis acesos, luzes de espera ou sensores em operação fora de uso.
Para mensurar esse impacto, considere que o desperdício pode representar cerca de R$ 20 mensais, somando R$ 240 ao ano sem qualquer benefício prático ao usuário.
A boa notícia é que eliminar esse gasto oculto não exige mudanças difíceis. Pequenos hábitos já fazem diferença.
Além de aliviar o bolso, cortar o consumo fantasma preserva a vida útil dos equipamentos. A exposição constante ao fornecimento elétrico aumenta o risco de sobrecargas e falhas, reduzindo o tempo de funcionamento dos aparelhos.
Com práticas simples, a economia doméstica se torna perceptível. É uma mudança rápida, sem sacrifícios, mas com impacto direto nas despesas e na sustentabilidade da casa.
Essa abordagem, segundo consumidores atentos e eletricistas experientes, é uma das medidas mais simples de educação financeira aplicável em qualquer lar brasileiro.
A discussão sobre o consumo fantasma ganha força em tempos de inflação alta e reajustes nas tarifas de energia elétrica. Mais que boas intenções, são necessárias atitudes práticas e imediatas.
Usar equipamentos modernos e adotar o hábito de desligar da tomada são passos acessíveis e eficientes.
Conhecer os vilões do consumo fantasma capacita o consumidor a tomar decisões assertivas. Pequenas mudanças, somadas à escolha de aparelhos eficientes, garantem uma rotina sustentável sem grandes renúncias.
Casas com muitos eletroeletrônicos ou residências simples: todas podem se beneficiar do corte do desperdício silencioso. O segredo está na atenção ao detalhe e à frequência com que dispositivos permanecem plugados inutilmente.
Nesse cenário, buscar eficiência é uma das formas mais inteligentes de lidar com o orçamento doméstico, especialmente em regiões com tarifas elevadas e uso intenso de energia.
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Fonte: OpenWeather
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