Momento em que corpo é levado pelo IML, no Recife. Foto: Reprodução/YouTube
Um homem de 35 anos, identificado como José Rodrigo Araújo da Silva, foi assassinado a facadas dentro de casa na madrugada do sábado, 13 de setembro, no bairro de Afogados, Zona Oeste do Recife. A vítima, que também teve o pênis arrancado, morreu na frente do filho de 2 anos de idade.
De acordo com parentes, o crime teria sido motivado por ciúmes da ex-companheira do suspeito, com quem ele manteve um relacionamento há cerca de cinco anos. O agressor conseguiu fugir após o ataque.
O caso ocorreu por volta das 0h30, na Rua Holmes Fontes. Para preservar a identidade da criança, os nomes dos envolvidos não foram divulgados, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Segundo testemunhas, o suspeito chegou à residência chamando pela vítima. Ao abrir a porta, o homem foi atacado com golpes de faca. Em seguida, o criminoso arrancou a genitália da vítima e a lançou na rua, em frente ao portão da casa.
“Ele [o agressor] entrou desferindo os golpes e depois arrancou [a genitália], jogando no meio da rua”, relatou uma parente.
O pedreiro morreu ainda no local. A criança foi retirada da cena do crime e está sob os cuidados de familiares.
A Polícia Militar isolou a área até a chegada do Instituto de Medicina Legal (IML). O caso foi registrado pela Força-Tarefa de Homicídios da Capital, que conduz as investigações para localizar o suspeito.
Um homem, cuja a identidade não foi revelada, foi encontrado morto na Rua Sete de Setembro, no bairro da Boa Vista, centro do Recife, na madrugada da última quarta-feira, 10 de setembro. Segundo informações preliminares, a vítima é suspeita de praticar roubos e furtos na região.
Após o crime, que ocorreu por volta das 3h, o homem morreu no local e o corpo foi deixado em via pública com marcas de espancamento e golpes de arma branca. Imagens registradas por populares e compartilhadas nas redes sociais, mostram a vítima ensanguentada no chão e sem vida.
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20:07, 13 Fev
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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