Aves apreendidas pela PMPE. Fotos: PMPE/Divulgação
Na manhã do último sábado, 19 de outubro, policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) flagraram um torneio ilegal de canto de pássaros no Zumbi do Pacheco, em Jaboatão dos Guararapes.
A ação foi realizada durante um cumprimento da Ordem de Serviço em convênio com a CPRH.
Durante a fiscalização, os militares constataram que os participantes não possuíam as devidas licenças ambientais exigidas para a realização da atividade. Ao todo, foram apreendidas 118 aves silvestres, sendo 28 com os respectivos envolvidos e 90 sem identificação de responsáveis, além de 118 estacas utilizadas como suporte de gaiolas.
Os policiais militares conduziram os vinte indivíduos presentes até a Delegacia de Prazeres, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
As 90 aves sem identificação foram encaminhadas ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (CETRAS) Tangará, onde receberão os devidos cuidados e avaliação veterinária.
No domingo, 19 de outubro, policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) realizaram uma operação de fiscalização no Alto da Felicidade, na Ilha de Itamaracá, onde foi flagrada a prática ilegal de rinha de galos.
Durante a ação, 19 pessoas foram encontradas no local, entre elas os proprietários das aves utilizadas na rinha e a responsável pelo imóvel. Os policiais realizaram abordagens e uma varredura minuciosa em todos os cômodos da propriedade, onde localizaram uma arma de fogo do tipo garrucha, calibre 22, com duas munições do mesmo calibre, além de 96 embalagens tipo ziplock contendo substância análoga à maconha.
Diante dos fatos, todos os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Paulista para as providências legais. As aves foram entregues a um fiel depositário.
Materiais apreendidos:
3
4
13:12, 13 Fev
26
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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