Através de uma nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que a Delegacia da 82ª Circunscrição está a cargo das investigações e que um inquérito foi instaurado.
Mulher assassinada em Pernambuco e IML, no Recife. Fotos: Reprodução e Bruno Vila Nova. Arte: Portal de Prefeitura
No município de São José da Coroa Grande, Litoral Sul de Pernambuco, uma mulher identificada como Adriana Lúcia de Souza, de 40 anos, foi assassinada na manhã desta quarta-feira, 27 de agosto, dentro de casa pelo ex-companheiro.
Segundo informações preliminares, o crime ocorreu por volta das 7h45. Testemunhas afirmam que o suspeito não teria aceitado o término do relacionamento.
Após cometer o homicídio, o homem fugiu e ainda não foi localizado. Adriana trabalhava como frentista e deixa dois filhos, um de 22 anos e outro de 7.
Através de uma nota, a Polícia Civil (PCPE) informou que a Delegacia da 82ª Circunscrição está a cargo das investigações e que um inquérito foi instaurado.
Uma nota de lamentação foi publicada pela Academia LC Fitness, onde a vítima costumava treinar, e prestou solidariedade aos familiares. A direção da unidade cobrou também medidas para prevenir casos de violência contra as mulheres.
Veja nota abaixo
"Nos solidarizamos com seus familiares, em especial seus dois filhos, que ficam órfãos em razão de mais um ato brutal de violência doméstica. Reforçamos nosso clamor por justiça e por políticas efetivas de proteção às mulheres, para que histórias como a de Adriana não se repitam", diz o texto.
Uma criança de 2 anos, chamada Ágatha, foi encontrada morta no dia 15 de agosto, por asfixia. A menina estava dentro de uma residência na cidade de Joaquim Nabuco, na Mata Sul de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Militar (PMPE), a mãe da menor é a principal suspeita do crime. A Polícia Civil (PCPE), afirmou que a mulher foi presa em flagrante.
O corpo da menina, que completaria 3 anos no final deste mês, foi achado pela PMPE ao lado da genitora.
Os agentes militares retiraram a mulher, que tem 20 anos, da casa onde foi encontrada para não ser linchada pela população, que ficou revoltada com o crime.
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Ela sustentou que sofreu abalo moral, psicológico e dano à integridade física em razão do atendimento médico.
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